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Merchants

Petrobras negocia espólio da El Paso

10/12/2004 | 00h00

Embora tenha declarado que "a Petrobras não tem interesse em comprar a termelétrica a Macaé Merchant, pertencente à texana El Paso", o diretor de gás e energia da estatal, Ildo Sauer, admitiu que a empresa está negociando alguma solução para manter a usina em operação. "Queremos é resolver o problema que ela causa para nós", afirmou o executivo.
O contrato firmado pela Petrobras com as merchants determinou que a estatal assumiria os custos das usinas caso elas não obtivessem a receita necessária para operação. Em contrapartida, quando o preço da energia mercantil fosse maior do que o do mercado integrado, as merchants dividiriam o lucro com a Petrobras. 
No entanto, o novo modelo do setor elétrico eliminou o mercado atacadista e, portanto, as merchants não tem onde vender a energia produzida. Neste caso, a Petrobras continuaria pagando pelo arrendamento da capacidade instalada das termelétricas sem possibilidade de obter lucro. Com a compra das merchants, a energia gerada por elas seria incorporada à carteira da Petrobras como "energia botox, que já foi velha e agora é renovada", explicou Sauer.
A El Paso sofre um processo de reestruturação de suas operações no Brasil, que, nos primeiros dias de dezembro, resultou na demissão de vários funcionários e na resolução empresarial de sair do setor de energia elétrica no país. A empresa mantém as atividades de no setor exploração e produção de petróleo e gás natural.



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