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Rio Investors Day

Petrobras não vê sobreoferta de gás com o pré-sal até 2020

30/05/2011 | 15h42
A Petrobras estima que ate 2020 não haverá nenhuma possibilidade da empresa ter sobreoferta de gás natural com a entrada em produção dos campos do pré-sal. A informação foi dada nesta segunda-feira (30) pelo diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, durante o Rio Investors Day, no Rio de Janeiro. Segundo o executivo, ainda há uma imprecisão sobre o gás que será extraído no pré-sal.


"Ainda estamos trabalhando no conhecimento do pré-sal e apesar de 15% e 20% da composição do óleo do pré-sal ser de gás associado, ainda não há uma definição sobre o quanto poderá ser produzido e o quanto será reinjetado para ajudar na prospecção de óleo", disse o diretor. De acordo com ele o reservatório do pré-sal é um reservatório completamente novo e são necessários estudos para buscar a melhor forma de produzir o petróleo que está lá.


Barbassa indicou que considera a atual fase do gás natural como "muito crítica" porque nem sempre as ações de dutos, campos de produção e mercado estão em uma mesma fase de desenvolvimento, o que dificulta a ação da empresa em relação ao gás natural. "Na visão que temos hoje não há sobreoferta de gás pelo aumento de produção do pré-sal", complementou.


Situação melhor


Barbassa apontou hoje que a Petrobras encontrou na camada do pré-sal 'situações melhores' do que as inicialmente previstas quando do início da exploração, há cerca de três anos. "Temos condições melhores que as anunciadas em 2007 e 2008. Os testes atualmente em andamento mostram melhora na porosidade, permeabilidade, produção sem limitação lateral e grande potencial de produção no longo prazo.


Área internacional no PN 2011-2015


Durante coletiva a jornalistas no evento, Barbassa disse que a Petrobras deve manter, nos próximos anos, sua linha de atuação na área internacional, sustentando os negócios já existentes, mas sem grande crescimento.


"O novo plano de negócios ainda não foi fechado, mas deve manter a tendência do planejamento estratégico anterior, que destina 5% dos negócios da Petrobras para a área internacional", afirmou.
 
 
Atualmente, 5% dos US$ 224 bilhões de investimentos previstos de 2010 a 2014 são destinados à área internacional.


Termelétricas


Questionado sobre o possível interesse da Petrobras em adquirir os projetos do grupo Bertin referentes à construção de cinco usinas termelétricas movidas a gás natural, Barbassa negou explicando que a estatal cancelou os contratos referentes ao fornecimento de gás para esses projetos e que a construção das usinas está atrasada.


"Chegamos a construir um ponto de entrega em uma das projetadas térmicas. Gastamos com isso, inclusive. Mas a térmica não se materializou. É questão contratual. Quando uma das partes não cumpre. Mas não estamos analisando a alternativa de aquisição dessas usinas", afirmou o executivo.


Fonte: Redação
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