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Combustíveis

Petrobras não prevê redução de preço para gasolina e diesel

24/01/2007 | 00h00

Com as sucessivas quedas de preço do barril do petróleo no mercado internacional, a Petrobras deverá reduzir o preço da nafta e de outros derivados do petróleo, como o querosene de aviação (QAV) e o óleo combustível, no início de fevereiro. Em relação à gasolina e o óleo diesel, no entanto, a companhia afirma não haver previsão de mudanças, já que continua avaliando o cenário no longo prazo para que haja ajustes.

O diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa, disse que os preços estão em queda no mercado internacional e que os contratos firmados com as petroquímicas nacionais levam em conta a flutuação externa. "No início de janeiro, houve uma redução, e em fevereiro deve haver um novo ajuste. Só iremos definir de quanto será esse ajuste mais perto do final do mês", afirmou.

A Petrobras fornece toda a nafta utilizada pela Petroquímica União (PQU), 70% do que a Braskem utiliza no Pólo de Camaçari, na Bahia, e 50% da demanda da Copesul. O restante da carga dessas petroquímicas é comprada no mercado internacional.

Questionado se o atual preço do barril nos últmos dias, próximo dos US$ 50 (ontem, o tipo WTI fechou em US$ 55,04 e o Brent em US$ 55,10), já não indicaria uma possibilidade de queda nos preços da gasolina e do diesel, Costa argumentou que as cotações chegaram a bater na casa dos US$ 78 em setembro do ano passado, mas a Petrobras não fez qualquer tipo de ajuste. O diretor estimou que os preços do barril no mercado internacional poderão ficar em níveis mais baixos este ano, mas frisou que não prevê reduções significativas. Segundo ele, as oscilações neste mercado são constantes. "O inverno não estava tão rigoroso na Europa e nos Estados Unidos, mas nesses últimos dias a temperatura caiu muito, elevando a demanda por combustível para aquecimento. Em seguida, há o verão, que traz alto consumo de gasolina. Por isso não acredito em uma queda substancial do preço do petróleo", observou.



Fonte: Jornal do Commercio
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