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Plataforma

Petrobras não deve levar caso a tribunal arbitral

23/09/2004 | 00h00

 A Petrobras não deve encaminhar a um tribunal internacional de arbitragem a disputa que trava com o grupo multinacional Halliburton, por conta da encomenda feita à sua subsidiária KBR, das plataformas P-43 e P-48. Ambas as unidades tiveram atraso médio de 18 meses no prazo de entrega. A KBR alega que a demora foi causada por mudanças feitas pela Petrobras no projeto.
- Na indústria do petróleo sempre há a necessidade de se fazer ajustes ao longo do projeto - rebateu o gerente-executivo de Engenharia da estatal, Pedro José Barusco Filho.
O gerente admite que certos atrasam não se deram apenas por conta da Halliburton ou da Petrobras. Ele cita a demora na liberação de licenças ambientais emitidas pelo Ibama e a greve na Receita Federal como outras fontes da demora.
Para evitar que problemas como este se repitam no futuro, o diretor de Produção e Exploração da Petrobras, Guilherme Estrella, disse que a empresa está tomando medidas para amenizar os efeitos de mudanças em projetos.
- Isto não acontece apenas com a Petrobras, é uma dificuldade de todas as operadoras internacionais - defendeu.
De acordo com o diretor financeiro da Petrobras, Sérgio Gabrielli, o projeto das plataformas estava orçado, inicialmente, em US$ 3,085 bilhões, mas os custos já chegam a US$ 3,112 bilhões. Na renegociação, a estatal brasileira já concordou em pagar US$ 59 milhões por serviços adicionais, mas vem cobrando por lucros cessantes, ou seja, o que deixou de arrecadar com o atraso.



Fonte: Jornal do Brasil
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