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Desinvestimento

Petrobras: Maior parte do plano de venda de ativos ocorrerá em 2013

12/08/2013 | 12h56

 

A maior parte do plano de desinvestimentos da companhia será executada neste ano. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, a companhia mantém a meta do plano, de US$ 9,9 bilhões, em 2013.
“Temos trabalhado intensamente nesses projetos [de desinvestimentos] e esperamos que nós próximos meses possamos dar mais informações”, afirmou o executivo, durante teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre de 2013.
Barbassa disse ainda que o caixa da companhia fechou o segundo trimestre em US$ 32,8 bilhões, o que é suficiente para garantir os investimentos necessários da companhia até o fim do ano.
“Poderíamos dizer que estamos com a captação do ano completa”, disse o diretor em teleconferência com analistas. “Qualquer nova captação seria destinada a pré-pagamento ou a pré-funding para o ano que vem”.
A companhia realizou no segundo trimestre uma captação líquida de US$ 15,1 bilhões.

A maior parte do plano de desinvestimentos da companhia será executada neste ano. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, a companhia mantém a meta do plano, de captar US$ 9,9 bilhões, em 2013.


“Temos trabalhado intensamente nesses projetos [de desinvestimentos] e esperamos que nós próximos meses possamos dar mais informações”, afirmou o executivo, durante teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre de 2013.


Barbassa disse ainda que o caixa da companhia fechou o segundo trimestre em US$ 32,8 bilhões, o que é suficiente para garantir os investimentos necessários da companhia até o fim do ano.


“Poderíamos dizer que estamos com a captação do ano completa”, disse o diretor em teleconferência com analistas. “Qualquer nova captação seria destinada a pré-pagamento ou a pré-funding para o ano que vem”.


A companhia realizou no segundo trimestre uma captação líquida de US$ 15,1 bilhões.

 

O diretor financeiro da Petrobras comentou também que não há expectativa de propor distribuição antecipada de dividendos no segundo semestre. “Não mudamos política de eventual antecipação de dividendos para o segundo semestre. Não há expectativa de propor distibuição ainda no segundo semestre. Vamos ver como fica a disponibilidade de caixa neste período de alavancagem crescente”, frisou em teleconferência com analistas.

 

Ele notou, contudo, que a contabilidade de hedge (proteção) pode gerar um pagamento adicional de dividendos de R$ 600 milhões aos acionistas detentores de ações ordinárias. “Se tudo for mantido, e imaginando que tudo seja aprovado, nesse caso teremos uma distribuição adicional de R$ 600 milhões em dividendos para as ON”, disse.



Fonte: Valor Econômico
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