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Pré-Sal

Petrobras licita plataformas em outubro

12/09/2008 | 04h47

A Petrobras deve lançar em outubro um pacote de licitações de plataformas destinadas à operação no pré-sal da Bacia de Santos, revelaram fontes ligadas à estatal. Duas destas unidades serão afretadas para atender aos projetos- pilotos de produção para as áreas de Iara e de Tupi, de 100 mil barris cada, a partir de 2011. Os cascos das plataformas serão construídos no dique seco, em Rio Grande, conforme a Petrobras havia antecipado. No mesmo local foi construída a P-53.

 

Com a utilização do dique para a construção destes cascos, a perspectiva é de que haja uma redução no custo final de cada unidade em até US$ 200 milhões. Hoje uma plataforma do tipo FPSO (que processa o óleo, armazena e o transfere para dutos ou outras embarcações) com casco novo tem seu custo final estimado em torno de US$ 1,8 bilhão. A idéia da Petrobras é também ganhar em escala. O próprio presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, havia dito em abril que o dique seco de Rio Grande poderia se transformar num canteiro de obras em série destinado a plataformas para o pré-sal. Segundo uma fonte do mercado, estuda-se apenas se o pacote de encomenda das plataformas seria único ou múltiplo. Ou seja, se apenas um estaleiro ou grupo industrial ficaria responsável por construir todos os cascos utilizando as instalações do dique, ou se seria colocada no mercado a encomenda de lotes de duas ou três unidades cada.

 

Outra dúvida entre a equipe técnica de engenharia da Petrobras é se os contratos devem realmente ser de FPSOs ou de unidades semelhantes que também possuem uma sonda acoplada. A necessidade desta sonda se faz por que as áreas perfuradas sob a camada de sal sofrem uma forte pressão lateral que por vezes fecha os poços já abertos anteriormente e obriga a novas perfurações constantes. "Pode ser uma encomenda mista, que abrigue os dois tipos de embarcações", já havia dito o gerente para a área do pré-sal, José Formigli, na semana passada, quando indagado sobre o tipo de tecnologia que seria adotado principalmente no pólo de Tupi.

 

Por enquanto, para aquela área, apenas as embarcações que vão fazer o Teste de Longa Duração (TLD) e o projeto piloto em Tupi é que estão contratadas. O FPSO para o projeto-piloto de Tupi, que servirá de base para os contratos de Guará e Iara, terá seu custo final (considerando o afretamento ao longo de 15 anos, mais manutenção e opção de compra) em US$ 1,5 bilhão.

 

Preço do barril recua e fecha a US$ 100,87

 

Os futuros do petróleo encerraram em queda nesta quinta-feira, depois de atingirem o menor preço intraday em cinco meses, pressionados pelas perspectivas de enfraquecimento na demanda nos EUA e na Europa e pela valorização do dólar ante o euro. A chegada do furacão Ike ao Golfo do México evitou um declínio mais acentuado. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos de petróleo para outubro caíram US$ 1,71, ou 1,67%, para US$ 100,87 o barril. Incluindo as transações do sistema Globex, a mínima foi de US$ 100,10 e a máxima foi de US$ 103,95.

 

Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para outubro encerraram em baixa de US$ 1,33, ou 1,34%, para US$ 97,94 o barril.



Fonte: Jornal do Commercio - RS
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