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Petroquímica

Petrobras investirá US$ 160 milhões em fábrica de polipropileno

18/05/2004 | 00h00
A Petrobras anunciou ontem o primeiro passo do processo de volta à petroquímica, setor que consumirá US$ 842 milhões da companhia até 2010. O novo diretor da Área de Abastecimento da empresa, Paulo Roberto Costa, anunciou a intenção de investir US$ 160 milhões na construção de uma unidade, em São Paulo, com capacidade para produzir 300 mil toneladas de polipropileno.
O presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, não só confirmou nesta terça-feira (18/05) a intenção da companhia, como também anunciou que a unidade será implantada de qualquer maneira, mesmo que não surjam parceiros privados para o empreendimento. A intenção, segundo Dutra, é que a unidade comece a produzir entre o fim de 2008 e início de 2009. A fábrica de polipropileno constitui, segundo ele, o investimento mais maduro da empresa no setor.
Com relação a outros empreendimentos, Costa revelou a perspectiva de acordo com o grupo Ultra, do empresário Paulo Cunha, para novos investimentos. Segundo ele, os entendimentos com o grupo privado já se encontram em fase adiantada. Carlos Alberto Fontes, presidente da Petroquisa - subsidiária da Petrobras para a área petroquímica -, não confirmou, no entanto, as palavras de Costa. Segundo ele, a parceria com o Ultra prevê o investimento apenas para a próxima década. Além disso, acrescentou, as negociações ainda estariam em uma fase muito embrionária.
Uma coisa, no entanto, Fontes deixou claro: a Petroquisa ficará responsável novamente pelos investimentos em novas unidades de produção no setor. Ele justificou a intenção da Petrobras com o projeto ao lembrar que a demanda por polipropileno deverá aumentar no Brasil a uma média de 7% ao ano. Sem investir em novas plantas, acrescentou, a ampliação das importações do produto se tornarão inevitáveis.
Dutra e os diretores da Petrobras participaram, nesta terça-feira, da divulgação oficial dos detalhes do novo planejamento estratégico da Petrobras. Na ocasião, fez questão de anunciar que a Petrobras não assumirá a condição de articuladora do processo de reestruturação do setor petroquímico. Caberá à empresa, segundo o executivo, participar principalmente de novos projetos. "A Petrobras não se propõe a reestruturar o setor petroquímico. A empresa vai entrar apenas em projetos novos", afirmou.
Executivos da companhia revelam que a intenção da empresa será desenvolver projetos que não venham a entrar em conflito com os interesses de grupos privados do setor, como a Braskem, dos grupos Odebrecht e Mariani. Dutra deu a entender, apesar disso, que futuras aquisições de participações societárias não estão descartadas, a longo prazo. Como exemplo, ele citou uma possível compra da participação do BNDES (17%) no Pólo Gás-químico do Rio de Janeiro, projeto previsto para entrar em operação em 2005. O negócio, no entanto, terá que passar por uma análise minuciosa antes de ser viabilizado.

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