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Empresas

Petrobras investe R$ 1,4 bi em pesquisa

21/03/2011 | 09h45
A Petrobras deve investir R$ 1,4 bilhão até 2014 em parcerias com universidades e centros de pesquisas para desenvolver tecnologias para o pré-sal e para a cadeia de fornecedores da estatal.


A ideia é retirar os gargalos tecnológicos que existem no país e promover a fabricação local de componentes, hoje importados, e de novos equipamentos adaptados às condições das novas reservas.


Em entrevista à Folha, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que fomenta uma rede de mais de 70 laboratórios em universidades, "com o melhor nível de qualificação e capacidade computacional".


Um dos objetivos, diz, é dar condições ao avanço do conteúdo nacional nas encomendas da empresa.


Atualmente, 65% dos bens e serviços são contratados no país. Gabrielli diz que, em projetos inovadores da estatal, como nas sondas de perfuração licitadas para o estaleiro Atlântico Sul, a exigência de nacionalização inicial é menor -de 55%.


Mas o objetivo, afirma, é gradualmente elevar esse percentual nas últimas unidades a serem entregues.


"Por isso, simplificamos nossos projetos e estamos oferecendo, em alguns casos, contratos no atacado, em grande volume, como as sondas e oito cascos de FPSO's [navios-plataforma de produção e armazenamento de óleo] encomendados ao estaleiro Rio Grande."
 

19 ESTADOS


Para o executivo, o avanço tecnológico e a consequente redução de custos é indispensável à ampliação do conteúdo nacional e à exploração do pré-sal. Diante disso, a estatal estimulou a instalação da rede de pesquisa em outras instituições, que já abarca 19 Estados.
 
 
O principal polo está no Rio de Janeiro, especialmente no Parque Tecnológico da UFRJ, na Ilha do Fundão (zona norte). Lá ficam os laboratórios da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós Graduação em Engenharia).


A instituição desenvolve pesquisas para o pré-sal sobre materiais resistentes à corrosão, aços especiais, equipamentos submersos de processamento de petróleo (hoje, instalados nas plataformas), entre outros.


Muitos fornecedores da estatal instalaram centros de pesquisa na ilha do Fundão para aproveitar os laboratórios, segundo Segen Estefen, diretor de tecnologia e inovação da Coppe.


"Temos um grande polo gerador de conhecimento e tecnologia", diz ele.
 
 
Já estão em implantação centros de grandes fornecedores internacionais de equipamentos e serviços para a indústria do petróleo como Schlumberger (França) e Halliburton (EUA).


Outros quatro grupos globais -entre eles o alemão Siemens- disputam a licitação das últimas três áreas que ainda estão disponíveis no parque tecnológico.


Sem espaço na Ilha do Fundão, a americana GE, provedora de equipamentos elétricos, buscou ilhota ao lado para seu centro de pesquisa, que consumirá US$ 100 milhões (R$ 167 milhões).


Fonte: Folha de S. Paulo
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