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Petrobras fecha segundo trimestre com prejuízo de R$ 1,3 bilhão

06/08/2012 | 10h22
Petrobras fecha segundo trimestre com prejuízo de R$ 1,3 bilhão
Divulgação Divulgação

 

A Petrobras teve no segundo trimestre do ano um prejuízo de R$ 1,3 bilhão. Foi o primeiro resultado negativo da companhia nos últimos dez anos. Segundo a estatal, o resultado foi fortemente influenciado pela depreciação do real em relação ao dólar - que tanto no fechamento do semestre como na cotação média do período chegou a cair 11%.
O impacto foi ainda maior sobre o resultado financeiro, que registrou queda de R$ 7,3 bilhões também em razão do efeito cambial sobre o endividamento da companhia - grande parte em dólar.
“O resultado operacional também foi influenciado pelo câmbio e, em consequência, os custos dos produtos comercializados não beneficiou da redução de 9% na cotação média do petróleo em relação ao trimestre anterior, pois o impacto da variação cambial resultou em aumento de apenas 1% no valor do óleo em real”, diz o comunicado da estatal.
Para piorar ainda mais a situação da companhia, a demanda interna cresceu 4%, o que levou a estatal a importar mais derivados, principalmente gasolina e óleo diesel, para atender ao mercado a um custo mais elevado que o de revenda.

A Petrobras teve no segundo trimestre do ano um prejuízo de R$ 1,3 bilhão. Foi o primeiro resultado negativo da companhia nos últimos dez anos. Segundo a estatal, o resultado foi fortemente influenciado pela depreciação do real em relação ao dólar - que tanto no fechamento do semestre como na cotação média do período chegou a cair 11%.


O impacto foi ainda maior sobre o resultado financeiro, que registrou queda de R$ 7,3 bilhões também em razão do efeito cambial sobre o endividamento da companhia - grande parte em dólar.


“O resultado operacional também foi influenciado pelo câmbio e, em consequência, os custos dos produtos comercializados não beneficiou da redução de 9% na cotação média do petróleo em relação ao trimestre anterior, pois o impacto da variação cambial resultou em aumento de apenas 1% no valor do óleo em real”, diz o comunicado da estatal.


Para piorar ainda mais a situação da companhia, a demanda interna cresceu 4%, o que levou a estatal a importar mais derivados, principalmente gasolina e óleo diesel, para atender ao mercado a um custo mais elevado que o de revenda.



Fonte: Agência Brasil
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