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Construção

Petrobras estuda clonar outra plataforma

27/09/2007 | 00h00
A Petrobras estuda a possibilidade de clonar o projeto da próxima plataforma a ser instalada no Campo de Roncador, na Bacia de Campos. A opção seguiria o exemplo do que será feito com a P-56, que terá projeto semelhante, incluindo construtores, ao da P-51. O objetivo é agilizar a entrada em produção da plataforma, que vai produzir óleo no módulo quatro de Roncador.

"Queremos acelerar esse processo, e a repetição de um projeto possibilita isso. O que está descartado é o afretamento da plataforma", afirmou o gerente-executivo de Exploração e Produção para o Sul e Sudeste, José Antônio de Figueiredo.

Essa opção de clonar um projeto faz com que não haja licitação para a construção da plataforma. Esse recurso, segundo a Petrobras, é possível e está dentro da lei. Mesmo assim, temendo contestações futuras, a estatal encaminhou a modelagem do projeto da P-56 à análise do Tribunal de Contas da União (TCU).

No caso desta plataforma, o projeto copiado seria o da P-54, concluída no Estaleiro Mauá Jurong e aguardando as ações preparatórias no local onde será instalada para seguir para testes. A Petrobras estima que a P-54 deixará o Mauá Jurong no próximo dia 6. A plataforma que será conectada no módulo quatro de Roncador terá capacidade instalada para produzir 180 mil barris/dia e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural. Segundo Figueiredo, a concepção do projeto será definida até o fim deste ano, para que a unidade possa estar operando no início de 2011.

Até o final deste ano, a Petrobras quer definir pelo menos a concepção de outros três projetos. Mesmo com a segunda licitação para a construção da unidade cancelada, a estatal vai negociar separadamente com diferentes grupos o custo do projeto. Para a P-57, a entrega das propostas da nova licitação será no dia 15. A diretoria da Petrobras vai analisar ainda o afretamento do navio-plataforma que produzirá 10 milhões de metros cúbicos diários de gás no Campo de Tambaú, na Bacia de Santos.

A P-56, que será mesmo clonada, teve custo de US$ 1,045 bilhão apresentado pelo grupo Keppel Fels, e será levado à diretoria. Esse custo não leva em consideração os impostos, sendo negociados com o Estado do Rio.

A FPSO Cidade de Vitória deverá ser conectada nas próximas semanas. Em seguida, a P-52 seguirá, no próximo dia 2, para a Bacia de Campos. Por fim, irá a P-54, quatro dias depois.

Com a entrada em operação no final deste ano, essas plataformas só atingirão o pico de produção no ano que vem. O executivo salientou que a meta de pico de produção, em um dia, de 2 milhões de barris, ainda poderá ser atingida. Figueiredo confirmou ainda que serão perfurados mais dois poços na área onde a P-54 será instalada. Desses poços, sairá uma oferta adicional de 1 milhão de metros cúbicos/dia.


Fonte: Jornal do Commercio
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