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Gás natural

Petrobras esclarece que volume comprado da Bolívia não será alterado

16/02/2007 | 00h00


A estatal brasileira do petróleo esclarece, na nota, ter aceitado pagar à YPFB, a preços vigentes no mercado internacional, apenas pelas frações de hidrocarbonetos líquidos presentes no gás natural efetivamente entregue que elevam seu poder calorífico para valores acima de 8.900 quilocalorias (medida do teor energético do produto) por metro cúbico.

Atualmente, pelos termos do contrato de compra e venda, o gás natural entregue pela YPFB à Petrobras tem poder calorífico de no mínimo 9.200 quilocalorias por metro cúbico, o que reflete a presença de líquidos de gás natural (etano, butano, propano e gasolina natural), de maior valor no mercado internacional do que o metano, componente básico do gás natural para uso térmico.


A Petrobras esclarece ainda que, em reconhecimento a esse benefício de qualidade, aceitou remunerar a YPFB pelo valor calorífico que exceder 8.900 quilocalorias por metro cúbico. E que o pagamento se dará de acordo com fórmula a ser negociada com base em cotações internacionais, dentro de um aditivo ao contrato de compra e venda.

A estatal boliviana, acrescenta a nota, assegurará a manutenção do poder calorífico mínimo de 9.200 quilocalorias por metro cúbico e a Petrobras estudará a melhor forma de aproveitar no futuro esses componentes mais nobres do gás – atualmente eles não têm utilidade para a empresa.


Na nota, ainda, a Petrobras informa que os contratos de venda de gás já firmados com distribuidoras brasileiras não sofrerão alterações, mas que os novos contratos já refletirão a nova realidade de preço.


O aditivo ao contrato já existente de compra e venda foi acertado em reunião ontem (14), em Brasília, com a participação do ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Carlos Villegas; do ministro brasileiro de Minas e Energia, Silas Rondeau; e dos presidentes da YPFB, Manuel Morales Olivera, e da Petrobras, José Sergio Gabrielli.


Pela manhã, em entrevista em Brasília, Gabrielli havia afirmado que a separação dos componentes do gás comprado da Bolívia "envolve investimentos de produção, a situação internacional de preços, a infra-estrutura de gasodutos". Segundo o presidente da Petrobras, o aditivo ao contrato é um "aditivo de qualidade do produto que está sendo pago".



Fonte: Agência Brasil
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