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Desinvestimento

Petrobras esclarece o Plano de Desinvestimento para 2015 e 2016

30/07/2015 | 10h15
Petrobras esclarece o Plano de Desinvestimento para 2015 e 2016
Agência Petrobras_Steferson Faria Agência Petrobras_Steferson Faria

 

Com relação a matérias divulgadas pela imprensa sobre reestruturação e venda de ativos da Transportadora Associada de Gás (TAG) e oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora, a Petrobras esclarece que a partir de um termo de compromisso assinado com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a companhia comprometeu-se a reestruturar a TAG e suas subsidiárias integrais: Nova Transportadora do Sudeste (NTS) e Nova Transportadora do Nordeste (NTN), de forma a criar uma carregadora de gás natural no nordeste e outra no sudeste do Brasil.
Ao final desse processo, apenas as empresas TAG e NTS serão mantidas, ambas como subsidiárias integrais da Petrobras, sendo a TAG responsável pelos ativos do Norte e Nordeste e a NTS pelos ativos do Sudeste. Essa operação altera apenas a estrutura societária das subsidiárias, sem impacto no negócio de transporte de gás natural.
Conforme divulgado em 15 de julho, a Petrobras reitera que seu Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 prevê desinvestimentos no valor total de US$ 15,1 bilhões para o biênio 2015 e 2016, e que, assim sendo, a companhia está estudando oportunidades de desinvestimentos nas áreas de gás e energia, exploração e produção de petróleo e gás e abastecimento, tanto no Brasil como no exterior.
Sobre a oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora (BR), a Petrobras reafirma o que foi divulgado através de fato relevante em 01 de julho. Na ocasião, a companhia informou que a diretoria executiva aprovou a elaboração de estudos com o objetivo de analisar alternativas estratégicas para a sua subsidiaria integral BR e que dentre as possibilidades exploradas, encontram-se a atração de um sócio estratégico e a abertura de capital. Todos os atos necessários para realização da oferta estarão sujeitos à aprovação dos órgãos internos da Petrobras e da BR, como também dos entes reguladores.  Em relação aos preços dos derivados no Brasil, conforme divulgado em seu Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, a Petrobras possui como premissa a paridade de importação.
 

Com relação a matérias divulgadas pela imprensa sobre reestruturação e venda de ativos da Transportadora Associada de Gás (TAG) e oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora, a Petrobras esclarece que a partir de um termo de compromisso assinado com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a companhia comprometeu-se a reestruturar a TAG e suas subsidiárias integrais: Nova Transportadora do Sudeste (NTS) e Nova Transportadora do Nordeste (NTN), de forma a criar uma carregadora de gás natural no nordeste e outra no sudeste do Brasil.

Ao final desse processo, apenas as empresas TAG e NTS serão mantidas, ambas como subsidiárias integrais da Petrobras, sendo a TAG responsável pelos ativos do Norte e Nordeste e a NTS pelos ativos do Sudeste. Essa operação altera apenas a estrutura societária das subsidiárias, sem impacto no negócio de transporte de gás natural.

Conforme divulgado em 15 de julho, a Petrobras reitera que seu Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 prevê desinvestimentos no valor total de US$ 15,1 bilhões para o biênio 2015 e 2016, e que, assim sendo, a companhia está estudando oportunidades de desinvestimentos nas áreas de gás e energia, exploração e produção de petróleo e gás e abastecimento, tanto no Brasil como no exterior. Sobre a oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora (BR), a Petrobras reafirma o que foi divulgado através de fato relevante em 01 de julho.

Na ocasião, a companhia informou que a diretoria executiva aprovou a elaboração de estudos com o objetivo de analisar alternativas estratégicas para a sua subsidiaria integral BR e que dentre as possibilidades exploradas, encontram-se a atração de um sócio estratégico e a abertura de capital. Todos os atos necessários para realização da oferta estarão sujeitos à aprovação dos órgãos internos da Petrobras e da BR, como também dos entes reguladores.  

Em relação aos preços dos derivados no Brasil, conforme divulgado em seu Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, a Petrobras possui como premissa a paridade de importação. 

 



Fonte: Agência Petrobras
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