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Gás natural

Petrobras eleva oferta para usinas e distribuidoras

21/09/2006 | 00h00

O gasoduto Bolívia Brasil (Gasbol) atingiu, na terça-feira, sua capacidade máxima de transporte, de 31,5 milhões de metros cúbicos de gás, porque o preço da energia subiu no mercado atacadista, o que levou a Petrobras a oferecer mais gás para termelétricas (próprias e aquelas com contrato de gás), além de aumentar a disponibilidade de gás para as distribuidoras. O diretor da área de gás e energia da Petrobras, Ildo Sauer, explicou que o aumento do consumo de gás para térmicas se deveu ao aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCCE).

O PLD é utilizado para liquidar a energia transacionada entre os agentes e que não é contratada. Ele tem seus preços fixados com base no período de consumo e por região, em bases semanais. Esta semana, o preço da energia nas regiões Sudeste/Centro-Oeste e na região Sul aumentou 8,9% em relação à semana passada no horário de maior consumo, passando de R$ 120,75 o megawatt/hora para R$ 131,59. Durante o período intermediário (carga média) o preço subiu 9,74% e à noite (carga leve) aumentou 6,7%. Houve aumento também no PLD das regiões Norte e Nordeste.

Segundo Sauer, a Petrobras disponibilizou cerca de 54,2 milhões de metros cúbicos de gás natural na terça-feira, incluindo o volume importado da Bolívia. Desse total, 34 milhões de metros cúbicos foram vendidos para as distribuidoras de gás com contratos (firme e interruptíveis) e 9 milhões metros cúbicos foram entregues para termoelétricas. Outros 6,8 milhões de metros cúbicos foram consumidos nas instalações da companhia e 3,4 milhões de metros cúbicos foram usados para produção de GLP.

"O novo PLB viabilizou o despacho das quatro térmicas da Petrobras em quantidades superiores à energia vendida pela estatal. Para substituir a térmica de Juiz de Fora também operamos a Ibiritermo e a Norte Fluminense e, além disso, foi mantida a usina de Arjona por decisão judicial", explicou o diretor.

O fato de o Gasbol ter atingido sua plena capacidade de transporte também foi citado pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, como prova de que não há ameaça para o sistema elétrico brasileiro. "O suprimento de gás está curto mas não é uma ameaça porque os reservatórios (de água) estão numa situação muito boa. Até 2009 só será necessário gerenciar a oferta e a demanda de gás."



Fonte: Valor Econômico
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