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Gasoduto do Sul

Petrobras e PDVSA anunciam parceria para construção

19/01/2007 | 00h00

A Petrobras e a PDVSA anunciaram, ontem, detalhes de quatro parcerias entre as duas estatais, incluindo estudos para construção do gigantesco Grande Gasoduto do Sul, com 5 mil quilômetros de extensão, que trará gás do campo de Mariscal Sucre desde Güiria, no norte da Venezuela, até o Brasil. O primeiro trecho do duto levará 50 milhões de metros cúbicos de gás venezuelano até o Porto de Suape, em Pernambuco, tendo ainda ramificações para algumas capitais do Nordeste e do Norte do Brasil, atravessando a Amazônia.
O volume é quase o dobro do que é importado atualmente da Bolívia e menor que os estudos iniciais, que apontavam um gasoduto para transportar 150 milhões de metros cúbicos de gás da Venezuela até a Argentina. Ao chegar ao Hotel Copacabana Palace para a reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez antecipou que o gasoduto seria um dos principais temas da reunião com seu colega, dando até um recado para os brasileiros: "Não se preocupe, Brasil, porque todo o gás que vocês necessitam está na Venezuela."
Segundo o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, até dezembro de 2007 será realizado o que ele chama de estudo conceitual do projeto do gasoduto, que inclui o traçado, o mercado e o modelo de negócios. O projeto inicial foi orçado preliminarmente em US$ 23 bilhões pela Petrobras, mas ontem Gabrielli evitou mencionar números, já que, segundo ele, os orçamentos variam até 100% nessa fase. Acompanhado do ministro de Energia da Venezuela e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, o presidente da Petrobras estimou que a fase de estudos deve demorar três anos, com obras podendo demorar entre seis e sete anos a partir do início da construção. Numa segunda fase o gasoduto do Sul poderá chegar a Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai.
A Petrobras e a PDVSA também vão constituir uma empresa mista com participação majoritária da PDVSA (60%) para produzir petróleo em cinco campos maduros em terra na Venezuela.


Fonte: Valor Econômico
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