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Regaseificação

Petrobras e Mitsui estudam viabilidade de terminal no RS

16/04/2014 | 11h04

 

A Petrobras, a Mitsui e o governo do Rio Grande do Sul assinaram memorando de entendimento para estudar a viabilidade de instalar um terminal de regaseificação no Estado, ontem, terça-feira, 15. As duas empresas têm prazo de 12 meses, prorrogáveis, para detalhar a melhor localização, fornecedores, custos de construção e operacionais, perspectiva de demanda futura e potenciais clientes. Quando pronto, o levantamento vai subsidiar a decisão de partir para o investimento ou não.
Segundo o diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro Martins, o estudo também apontará potenciais âncoras, grandes consumidores de gás, como usinas térmicas ou indústrias, necessários à viabilização do empreendimento. Além de participar do estudo, o grupo japonês pode entrar no negócio como fornecedor de gás liquefeito de petróleo (GLP), investidor ou operador. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), disse que o crescimento do Estado exige qualidade e continuidade na produção de energia.

A Petrobras, a Mitsui e o governo do Rio Grande do Sul assinaram memorando de entendimento para estudar a viabilidade de instalar um terminal de regaseificação no Estado, ontem, terça-feira, 15. As duas empresas têm prazo de 12 meses, prorrogáveis, para detalhar a melhor localização, fornecedores, custos de construção e operacionais, perspectiva de demanda futura e potenciais clientes. Quando pronto, o levantamento vai subsidiar a decisão de partir para o investimento ou não.

Segundo o diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro Martins, o estudo também apontará potenciais âncoras, grandes consumidores de gás, como usinas térmicas ou indústrias, necessários à viabilização do empreendimento. Além de participar do estudo, o grupo japonês pode entrar no negócio como fornecedor de gás liquefeito de petróleo (GLP), investidor ou operador. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), disse que o crescimento do Estado exige qualidade e continuidade na produção de energia.



Fonte: Agência Estado
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