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Barracuda-Caratinga

Petrobras e KBR voltam a discutir prazos

01/07/2004 | 00h00
Petrobras e KBR voltam a discutir sobre o caso Barracuda-Caratinga. Desta vez, a empresa norte-americana, do grupo Halliburton, lamentou-se à imprensa das perdas de US$ 200 milhões que terá que assumir para concluir as construções da P-43 e P-48 e informou que haverá mais atrasos na entrega das plataformas. Em nota, a Petrobras informou que está fazendo todos os esforços para minimizar o impacto dos astrasos e tem o cronograma de entrega fixado em setembro paa a P-43 e em novembro para a P-48, mantendo a entrada de produção das duas unidades ainda esta ano.
Além de informar sobre o atraso, a Halliburton afirmou que as causas para a demora na entrega seriam a baixa produtividade dos estaleiros brasileiros. Em resposta, a Petrobras afirma que a responsabilidade dos atrasos é da própria Halliburton, por não haver disponibilizado, nos prazos requeridos, materiais necessários para a completação mecânica dos sistemas das plataformas pelos estaleiros.
A disputa entre Petrobras e Halliburton começou em julho do ano 2000, quando, segundo nota da Halliburton, a Petrobras modificou o contrato original fixado em US$ 2,5 bilhões. Depois de uma paralisação de cerca de dois anos, o projeto Barracuda-Caratinga voltou a mover-se graças ao acordo firmado entre as duas empresas no dia 19 de abril, no qual a Petrobras aceitou compensar a executora por trabalhos adicionais e foram estabelecidos novos marcos contratuais e penalidades. A disputa sobre o término do projeto, no entanto, continua e foi apresentada à Comissão das Nações Unidas pra Direito Mercantil Internacional (Uncitral), em Nova York.
O projeto Barracuda-Caratinga é considerados fundamental para o Brasil atingir a auto-suficiência em petróleo em 2006. Além das duas plataformas, o contrato também inclui 32 poços de produção de hidrocarbonetos, 22 poços de injeção de água e todos os dutos submarinos, além dos dutos de produção marinha, necessários para conectar os poços submarinos às plataformas.

Fonte: Redação
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