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Petrobras diz que não foi notificada sobre denúncia do MPF

25/09/2012 | 16h06

 

A Petrobras informou que não recebeu notificação judicial sobre suposto crime ambiental envolvendo derramamento de óleo da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, e contaminação do rio Iguaçu, da Baía de Guanabara e de manguezais.
Em email enviado à "Reuters" nesta terça-feira (25), a estatal disse que respeita e atende os requisitos da legislação ambiental brasileira e internacional.
"Na Refinaria Duque de Caxias, todos os efluentes são tratados. O descarte respeita a legislação brasileira", informou a empresa.
O Ministério Público Federal (MPF) divulgou na segunda-feira (24) que denunciou a Petrobras e funcionários da companhia por crime ambiental. A estatal não se manifestou no dia.
Segundo o MPF, a poluição teria sido causada pelo depósito irregular de efluentes contendo óleos, graxas, fósforo, fenóis, sólidos sedimentáveis e nitrogênio amoniacal acima dos limites permitidos.
Em 9 de junho de 2011, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) autuou a Petrobras por poluir o rio Iguaçu e o manguezal que cerca o rio com derramamento de óleo, segundo o comunicado do MPF.

A Petrobras informou que não recebeu notificação judicial sobre suposto crime ambiental envolvendo derramamento de óleo da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, e contaminação do rio Iguaçu, da Baía de Guanabara e de manguezais.


Em email enviado à "Reuters" nesta terça-feira (25), a estatal disse que respeita e atende os requisitos da legislação ambiental brasileira e internacional.


"Na Refinaria Duque de Caxias, todos os efluentes são tratados. O descarte respeita a legislação brasileira", informou a empresa.


O Ministério Público Federal (MPF) divulgou na segunda-feira (24) que denunciou a Petrobras e funcionários da companhia por crime ambiental. A estatal não se manifestou no dia.


Segundo o MPF, a poluição teria sido causada pelo depósito irregular de efluentes contendo óleos, graxas, fósforo, fenóis, sólidos sedimentáveis e nitrogênio amoniacal acima dos limites permitidos.


Em 9 de junho de 2011, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) autuou a Petrobras por poluir o rio Iguaçu e o manguezal que cerca o rio com derramamento de óleo, segundo o comunicado do MPF.

 



Fonte: Agência Reuters
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