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Petrobras desiste da compra de terreno que abriga prédio histórico da PM no Rio

16/08/2012 | 11h12

 

A Petrobras confirmou na quarta-feira (15) a desistência da compra do terreno que serve de sede para o Quartel-General da Polícia Militar do Rio de janeiro, no centro da cidade.
A estatal não quis se pronunciar sobre os motivos que a levaram a desistir do prédio, um complexo centenário de valor histórico significativo. A negociação, avaliada em R$ 336 milhões, foi cercada de polêmica e levou o governo e a Secretaria de Segurança do estado do Rio de Janeiro a justificar a transação.
Datada do século 19, a edificação abriga à capela Nossa Senhora das Dores, em estilo neogótico, inaugurada em 1881 por Dom Pedro II. Na ocasião do anúncio da venda do quartel, o Ministério Público (MP) expediu uma recomendação à procuradora-geral do estado do Rio de Janeiro, Lúcia Léa Tavares, e ao chefe da Casa Civil do governo, Regis Fichtner, contra a venda.
Segundo nota à época da secretaria de Segurança Pública, a venda do prédio seria “apenas o primeiro passo de um amplo projeto de reestruturação dos batalhões e da sede administrativa da Polícia Militar do Rio de Janeiro”.

A Petrobras confirmou na quarta-feira (15) a desistência da compra do terreno que serve de sede para o Quartel-General da Polícia Militar do Rio de janeiro, no centro da cidade.


A estatal não quis se pronunciar sobre os motivos que a levaram a desistir do prédio, um complexo centenário de valor histórico significativo. A negociação, avaliada em R$ 336 milhões, foi cercada de polêmica e levou o governo e a Secretaria de Segurança do estado do Rio de Janeiro a justificar a transação.


Datada do século 19, a edificação abriga à capela Nossa Senhora das Dores, em estilo neogótico, inaugurada em 1881 por Dom Pedro II. Na ocasião do anúncio da venda do quartel, o Ministério Público (MP) expediu uma recomendação à procuradora-geral do estado do Rio de Janeiro, Lúcia Léa Tavares, e ao chefe da Casa Civil do governo, Regis Fichtner, contra a venda.


Segundo nota à época da secretaria de Segurança Pública, a venda do prédio seria “apenas o primeiro passo de um amplo projeto de reestruturação dos batalhões e da sede administrativa da Polícia Militar do Rio de Janeiro”.

 



Fonte: Agência Brasil
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