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Petroquímica

Petrobras define sua posição acionária nos pólos até abril

08/12/2004 | 00h00

Se ampliar fatia na Braskem, estatal terá de sair de Riopol

A Petrobras vai definir até o fim de abril sua posição nos pólos petroquímicos do país. Caso aumente a participação acionária que detém na Braskem, terá de sair de outras empresas como a Rio Polímeros, na qual é dona de 16,7% do capital. Nesse mesmo mês, a empresa decidirá se compra outros 16,7% da Riopol, em poder do BNDESPar.
"Estamos desenvolvendo um plano de longo prazo para o setor petroquímico, mas algumas decisões de curto prazo serão tomadas até abril", disse o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
O executivo informou que a estatal começou a elaborar estudos internos para definir a posição da Petrobras nas duas companhias. Ele não quis antecipar nenhum detalhe sobre qual será a decisão da estatal.
Hoje, a Petrobras detém uma participação minoritária, por meio de seu braço petroquímico, a Petroquisa, nas duas companhias. Na Braskem, a estatal tem 10% do capital votante e a opção de aumentar até o dia 30 de abril de 2005 sua fatia para a mesma quantidade de ações dos controladores - o grupo Odebrecht exerce o controle da companhia, a maior da América Latina
Mas o acordo de acionistas da Braskem, firmado em 2002, que permitiu a entrada da Petroquisa no capital da empresa fixa que, caso a estatal exerça a opção, a Petrobras terá de deixar ativos que conflitam os interesses da Braskem. Além da Riopol, a estatal possui 15,6% das ações da central de matéria-primas do pólo gaúcho, a Copesul. Braskem e Ipiranga detêm, cada uma, 29,4%.
A Riopol, empresa do pólo gás químico do Rio, entra em operação em abril de 2005, com produção de 540 mil toneladas de polietileno. A estatal tem a opção de dobrar sua participação com a fatia do BNDESPar, igualando-se aos grupos Suzano e Unipar, os outros dois controladores.
As decisões de curto prazo fazem parte de um plano mais extenso pelo qual a Petrobras pretende se posicionar na indústria petroquímica. "Queremos desenvolver um plano de 15 anos", disse Paulo Roberto Costa. A expectativa é que o trabalho esteja pronto até o fim do primeiro semestre de 2005.
Dos novos projetos previstos, Costa ressaltou a importância a refinaria de óleos pesados - sugestão apresentada à estatal pelo grupo Ultra para refinar 150 mil a 200 mil barris ao dia e investimentos de US$ 3 bilhões apenas na primeira geração.
O executivo disse ainda que o acordo prévio sobre o projeto que prevê a construção de uma unidade de polipropileno em Paulínia (SP) com a Braskem deve ser assinado neste mês. Ele disse que a modelagem, financiamento, participação acionária e cronograma das obras ainda não foram definidos, o que ele espera para 90 dias.



Fonte: Valor Econômico
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