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Bolívia

Petrobras continua otimista, mesmo sob ameaça de nacionalização das reservas bolivianas

22/03/2006 | 00h00

Mesmo após a declaração do presidente da Bolívia, Evo Morales, de que pretende nacionalizar todas as reservas de hidrocarbonetos do país a partir de julho, o diretor de gás e energia da Petrobras, Ildo Sauer, reafirma o otimismo da Petrobras em relação à Bolívia.

"Esta é a primeira vez na história da Bolívia que um presidente foi eleito diretamente, com mais de 50% do voto popular, maioria na câmara dos deputados e apoio negociado no senado. O ambiente é muito favorável para buscar soluções", afirma o diretor.

Segundo Sauer, o ambiente entre Petrobras e YPFB e entre os ministérios de Minas e Energia de ambos os países é extremamente cordial e adequado para "negociar soluções de associação entre as duas empresas com comprometimento mútuo", disse.

O diretor admite, no entanto, que o ritmo das decisões ainda dependem do andamento da política local. "Eles estão no meio de um processo Constituinte e isso absorve a atenção dos cidadãos e das autoridades", justifica.

Sauer destacou, ainda, o memorando de entendimentos que deverá assinado entre Petrobras e autoridades bolivianas, com uma série de projetos a serem realizados no país andino. O memorando, segundo informou Sauer, só não foi assinado ainda por incompatibilidade de agenda.

O memorando prevê a criação de grupos de trabalho para que os dois países trabalhem em conjunto em áreas de treinamento de recursos humanos no setor petrolífero na Bolívia, desenvolvimento de biocombustíveis no país andino, desenvolvimento do mecado de gás na boliviano, construção do pólo industrial da fronteira (petroquímica e fertilizantes), refino e produção.

O executivo participou do primeiro encontro do Programa de Visibilidade do Cadastro Onip de Fornecedores, promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo e Gás (Onip), nesta terça-feira (21/03).

Durante o evento, o executivo também falou aos jornalistas sobre a andamento das obras dos gasodutos de Coari-Manaus e do Suedeste-Nordeste (Gasene). Segundo as informações divulgadas a construção do Coari-Manaus depende da resolução da terceira licitação, já que as anteriores foram considerada vazia por preço excessivo. O diretor informou que o projeto Coari-Manaus já tem os US$ 250 milhões de dutos comprados e dispostos em locais estratégicos para a construção. As clareiras na floresta já foram abertas pelo Exército e a licença ambiental já foi obtida. "A Petrobras está fazendo todo o possível para levar o gás até Manaus, mas depende da licitação agora", justifica.

O Gasoduto Sudeste-Nordeste também depende das licitações do segundo e do terceiro trecho, entre Vitória (ES) e Cacimbas (ES) e entre Cacimbas e Catu (BA). O primeiro trecho, entre Cabiúnas (RJ) e Vitória (ES) está em construção.



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