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Biocombustíveis

Petrobras começa o plantio de palma para exportar dendê para Portugal

28/01/2011 | 09h33
Em janeiro deste ano, a Petrobras começou o plantio de palmas em uma área de 440 hectares em Tailândia, no Pará, para dar início ao projeto que prevê a exportação do óleo de dendê para Portugal. Miguel Rossetto, presidente da Petrobras Biocombustíveis, explica o projeto que dá início a uma parceria com a Galp, o Projeto Belém. A duas empresas constituíram uma holding, a Belém Bionergia SA, que terá duas subsidiárias. A Belém Brasil Bioenergia, no Pará, será responsável pelo polo industrial e pela produção de palma. A segunda subsidiária se chama Belém Portugal Bioenergia e tem sede em Sines, Portugal.
 
 
A meta, segundo Rossetto, é produzir 250 mil toneladas de diesel "verde" em Portugal no fim de 2014, processadas a partir de palma cultivada no Pará para venda no mercado europeu. O projeto no Pará prevê o plantio de palma em uma área de 50 mil hectares. A produção será processada em quatro polos industriais de esmagamento, mas também serão construídos depósitos para tancagem e área portuária. "No Brasil, vamos gerar 7 mil postos de trabalho. É um projeto desenvolvido com todos os rigorosos ambientais", disse Rossetto.
 

Segundo Rossetto, o projeto prevê investimentos totais de US$ 530 milhões, sendo US$ 289 milhões no Brasil e US$ 240 milhões em Portugal. Petrobras e Galp vão arcar, cada uma, com 50% dos investimentos no Brasil e em Portugal. Questionado se a Galp já tinha aportado a parte que lhe cabe no investimento, Rossetto disse que sim. Ele informou que em Portugal, onde está prevista a construção de uma unidade com capacidade de processar 260 mil toneladas por ano para produzir biodiesel, o ritmo é diferente.
 

"Este ano, temos que qualificar a tecnologia, no final de 2013 produzir óleo e, em 2014, iniciar a produção em Portugal. Então é óbvio que os investimentos em Portugal são posteriores ao início do plantio. Há uma sincronia", disse. A Petrobras Biocombustíveis prevê investimentos de US$ 3,5 bilhões no plano estratégico até 2014.


Fonte: Valor Econômico
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