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Bolívia

Petrobras começa a retirar logotipo de postos bolivianos

09/11/2006 | 00h00

A Petrobras Bolívia começou a retirar, na terça-feira, a marca EBR dos postos de gasolina com os quais tinha contrato no país. A decisão foi motivada pela perda, no dia 1º de julho, do direito de atuar no setor de distribuição de combustíveis, que passou a ser monopólio da estatal local YPFB. Segundo nota distribuída ontem, a marca EBR deixará de existir nos postos em um prazo de 45 dias.

A sigla representa a Empresa Boliviana de Refinación, companhia com a qual a estatal brasileira marcou sua entrada nos segmentos de refino e distribuição de combustíveis na Bolívia, ao comprar ativos durante a privatização da YPFB, no início da década. A aquisição foi feita em parceria com a argentina Perez Companc e garantiu aos parceiros 25% do mercado boliviano de combustíveis, além de quase toda a capacidade de refino do país.

Com a aquisição da Perez Companc, em 2003, a Petrobras decidiu mudar o nome da EBR para Petrobras Bolívia Refinación e passou a usar sua própria marca nos postos. O processo de mudança, porém, atingiu menos da metade da rede de 62 postos e foi suspenso depois que o governo boliviano decidiu retomar o monopólio do setor. Sem operações no segmento de distribuição, a empresa avalia que não vale a pena manter investimentos na revenda.

A troca de EBR para Petrobras já ocorreu em 26 postos de La Paz e Santa Cruz de la Sierra. A empresa preparava-se para estender o trabalho para Cochabamba e Chapare, quando foi surpreendida com a estatização do setor. A companhia não informou o que será feito com os postos que já ostentam a bandeira Petrobras.

A perda das atividades no segmento de distribuição de combustíveis foi o primeiro impacto na estatal brasileira no processo de nacionalização do setor de petróleo e gás em curso no país desde março de 2005. No início do mês, a empresa perdeu também o direito de comercializar a produção de petróleo e gás. Além disso, negocia com La Paz a transferência do controle das duas refinarias que opera no país, uma vez que a nova legislação local determina que a YPFB seja controladora também do segmento de refino.

Fonte: Jornal do Commercio



Fonte: Jornal do Commercio
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