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Irregularidade

Petrobras cancela contrato com a empresa Ecoglobal

18/06/2014 | 11h49

 

A Petrobras cancelou contrato com a empresa Ecoglobal, após a Polícia Federal descobrir uma negociação considerada pela Justiça como “altamente suspeita”, durante investigações da Operação Lava Jato, que busca dissolver um esquema de lavagem de dinheiro. O cancelamento do contrato foi confirmado ao 'G1' pela assessoria da empresa nesta quarta-feira (18). A assessoria, no entanto, não informou o motivo da decisão.
Em 11 de abril, a Petrobras entregou a documentação solicitada por Ordem Judicial, expedida pela Seção Judiciária do Estado do Paraná, colaborando com as investigações em curso a respeito da compra da Ecoglobal, que tinha acabado de fechar um contrato de R$ 443,8 milhões com a Petrobras. Por 75% da empresa, teriam sido pagos R$ 18 milhões.
“Vale ressaltar que o contrato em questão com a empresa Ecoglobal foi precedido de processo licitatório na modalidade carta-convite. Esse contrato começa a vigorar em julho deste ano. Até o momento não houve qualquer desembolso referente ao mesmo”, declarou a Petrobras, na ocasião.
Em nota publicada no site oficial da Ecoglobal, a empresa declarou que "cada real de receita gerada pela empresa foi resultante de trabalho digno e honesto, bem como o contrato de R$ 443 MM assinado com a Petrobras em Julho de 2013 que foi vencido dentro de parâmetros técnicos e éticos tanto por parte da Petrobras como da Ecoglobal Ambiental, razão pela qual repudiamos qualquer suspeita de tratar-se de 'empresa de fachada''.
A negociação foi realizada em 2013. Os compradores eram empresas que pertencem a duas pessoas presas na primeira etapa da Operação Lava Jato – a Sunset Global, do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso durante a operação; e a Quality Holding, do doleiro Alberto Youssef, também preso no âmbito da Lava Jato. O terceiro comprador seria a Tino Real.
A ordem da Justiça Federal afirmava: "Causa estranheza que empresa que consiga obter contrato de R$ 443 milhões seja negociada na mesma época por R$ 18 milhões. Os fatos sugerem atuação dos compradores da empresa Ecoglobal na obtenção do contrato junto à Petrobras. O próprio negócio da cessão de cotas é condicionado à efetivação do contrato da Ecoglobal com a Petrobras".
Comissões internas
Em 12 de maio, a presidente da Petrobras, Graça Foster informou que cinco comissões de investigações internas foram criadas para apurar denúncias de irregularidades na empresa. Uma das comissões investiga o contrato com a Ecoglobal.

A Petrobras cancelou contrato com a empresa Ecoglobal (empresa especializada no tratamento de água oleosa em plataformas marítimas), após a Polícia Federal descobrir uma negociação considerada pela Justiça como “altamente suspeita”, durante investigações da Operação Lava Jato, que busca dissolver um esquema de lavagem de dinheiro. O cancelamento do contrato foi confirmado ao 'G1' pela assessoria da empresa nesta quarta-feira (18). A assessoria, no entanto, não informou o motivo da decisão.

Em 11 de abril, a Petrobras entregou a documentação solicitada por Ordem Judicial, expedida pela Seção Judiciária do Estado do Paraná, colaborando com as investigações em curso a respeito da compra da Ecoglobal, que tinha acabado de fechar um contrato de R$ 443,8 milhões com a Petrobras. Por 75% da empresa, teriam sido pagos R$ 18 milhões.

“Vale ressaltar que o contrato em questão com a empresa Ecoglobal foi precedido de processo licitatório na modalidade carta-convite. Esse contrato começa a vigorar em julho deste ano. Até o momento não houve qualquer desembolso referente ao mesmo”, declarou a Petrobras, na ocasião.

Em nota publicada no site oficial da Ecoglobal, a empresa declarou que "cada real de receita gerada pela empresa foi resultante de trabalho digno e honesto, bem como o contrato de R$ 443 MM assinado com a Petrobras em Julho de 2013 que foi vencido dentro de parâmetros técnicos e éticos tanto por parte da Petrobras como da Ecoglobal Ambiental, razão pela qual repudiamos qualquer suspeita de tratar-se de 'empresa de fachada''.

A negociação foi realizada em 2013. Os compradores eram empresas que pertencem a duas pessoas presas na primeira etapa da Operação Lava Jato – a Sunset Global, do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso durante a operação; e a Quality Holding, do doleiro Alberto Youssef, também preso no âmbito da Lava Jato. O terceiro comprador seria a Tino Real.

A ordem da Justiça Federal afirmava: "Causa estranheza que empresa que consiga obter contrato de R$ 443 milhões seja negociada na mesma época por R$ 18 milhões. Os fatos sugerem atuação dos compradores da empresa Ecoglobal na obtenção do contrato junto à Petrobras. O próprio negócio da cessão de cotas é condicionado à efetivação do contrato da Ecoglobal com a Petrobras".


Comissões internas

Em 12 de maio, a presidente da Petrobras, Graça Foster informou que cinco comissões de investigações internas foram criadas para apurar denúncias de irregularidades na empresa. Uma das comissões investiga o contrato com a Ecoglobal.

 



Fonte: G1
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