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Negócios

Petrobras busca parceiros chineses para suas refinarias

28/02/2013 | 11h01

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse na manhã desta quinta-feira (28) que a Petrobras encontra “certa dificuldade financeira” para concluir as obras da refinaria Premium I, no Maranhão. A presidente da estatal, Graça Foster, está na China em busca de parcerias.
“Há uma certa dificuldade financeira da Petrobras. A presidente [Graça Foster] foi à China completar uma negociação com uma grande empresa estatal [Sinopec] para que possa se associar à refinaria do Maranhão e completá-la com esses recursos”, destacou durante o programa 'Bom Dia, Ministro', produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Segundo Lobão, a construção dessa refinaria e de outras, como a de Pernambuco e a do Rio de Janeiro, é importante para a reduzir as importações de diesel e gasolina no país. “Esse projeto não pode acabar porque é uma necessidade para o país. Estamos importando gasolina e diesel em grande quantidade, não porque não temos petróleo, mas porque não temos refinaria”, esclareceu.
Apesar de reconhecer a dificuldade financeira da Petrobras, o ministro garantiu que a rodada de negócios na China ocorre a convite do país. “Ela [Graça Foster] recebeu convite para isso. Ela não está lá à procura de investidores”, destacou Lobão. Caso consiga fechar parceria, os recursos também podem ser usados nas obras da refinaria do Ceará.
O titular da pasta atribuiu o pedido de “socorro” da Petrobras aos projetos gigantescos que serão feitos pela estatal. “Os investimentos no pré-sal são de grandes proporções, daí ela precisa de recursos e de parceiros”, explicou.
O lucro líquido da Petrobras em 2012, de R$ 21,18 bilhões, foi o menor dos últimos oito anos, de acordo com balanço divulgado pela empresa no dia 5. Segundo a estatal, a redução do lucro resulta de fatores como o aumento dos custos operacionais, uma produção de petróleo menor, a desvalorização cambial e o aumento da importação de derivados.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse na manhã desta quinta-feira (28) que a Petrobras encontra “certa dificuldade financeira” para concluir as obras da refinaria Premium I, no Maranhão. A presidente da estatal, Graça Foster, está na China em busca de parcerias.


“Há uma certa dificuldade financeira da Petrobras. A presidente [Graça Foster] foi à China completar uma negociação com uma grande empresa estatal [Sinopec] para que possa se associar à refinaria do Maranhão e completá-la com esses recursos”, destacou durante o programa 'Bom Dia, Ministro', produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).


Segundo Lobão, a construção dessa refinaria e de outras, como a de Pernambuco e a do Rio de Janeiro, é importante para a reduzir as importações de diesel e gasolina no país. “Esse projeto não pode acabar porque é uma necessidade para o país. Estamos importando gasolina e diesel em grande quantidade, não porque não temos petróleo, mas porque não temos refinaria”, esclareceu.


Apesar de reconhecer a dificuldade financeira da Petrobras, o ministro garantiu que a rodada de negócios na China ocorre a convite do país. “Ela [Graça Foster] recebeu convite para isso. Ela não está lá à procura de investidores”, destacou Lobão. Caso consiga fechar parceria, os recursos também podem ser usados nas obras da refinaria do Ceará.


O titular da pasta atribuiu o pedido de “socorro” da Petrobras aos projetos gigantescos que serão feitos pela estatal. “Os investimentos no pré-sal são de grandes proporções, daí ela precisa de recursos e de parceiros”, explicou.


O lucro líquido da Petrobras em 2012, de R$ 21,18 bilhões, foi o menor dos últimos oito anos, de acordo com balanço divulgado pela empresa no dia 5. Segundo a estatal, a redução do lucro resulta de fatores como o aumento dos custos operacionais, uma produção de petróleo menor, a desvalorização cambial e o aumento da importação de derivados.

 

 

Governo ainda estuda como socorrer as distribuidoras

 

O ministro disse na quarta-feira (27) que o governo ainda estuda qual a melhor forma de ajudar as distribuidoras de energia elétrica a pagar o custo da energia gerada por termelétricas, que tiveram que ser acionadas por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas. Segundo ele, as possibilidades são um empréstimo ou um aporte direto do Tesouro para socorrer as distribuidoras.

 

“O caminho que se busca é que elas [distribuidoras] não tenham que pagar, pelo menos não tudo. Vamos encontrar uma solução para as distribuidoras”, disse o ministro. Segundo ele, o governo poderá bancar entre 70% a 100% do gasto extra das empresas, para que o custo não seja repassado ao consumidor.

 

A solução encontrada pelo governo vai solucionar o problema das empresas neste ano, quando todas as termelétricas do país foram acionadas para dar garantia ao sistema. “Estamos considerando este ano, a partir do próximo ano é outra coisa. A cada momento com a sua agrura”.

 

Governo antecipa primeiro leilão de gás de xisto para outubro

 

O primeiro leilão para exploração de gás e óleo não convencional (gás de xisto) no Brasil, vai ocorrer em outubro, afirmou Lobão. O leilão foi antecipado em dois meses, visto que a data inicial era outubro.

 

A expectativa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) é ofertar blocos em até cinco potenciais bacias sedimentares, localizadas em Mato Grosso (Parecis), no Maranhão e Piauí (Parnaíba), na Bahia (Recôncavo), no Paraná e em Mato Grosso do Sul (Paraná) e em Minas Gerais e na Bahia (São Francisco).

 

O governo prepara ainda outros dois leilões para este ano. O primeiro deles, previsto para ocorrer em maio, prevê a licitação de mais de 200 blocos para exploração de petróleo e gás, na bacia do Parnaíba. Em novembro, ocorrerá a primeira rodada de leilão para exploração de blocos de pré-sal, pelo sistema de partilha.

 



Fonte: Agência Brasil
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