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Finanças

Petrobras, Banco Schain e BMG emitem US$ 622 milhões

09/09/2004 | 00h00

Aproveitando o otimismo do mercado externo com o país e o fim das férias de verão no Hemisfério Norte, empresas e bancos brasileiros saíram vendendo títulos. A Petrobras lançou US$ 500 milhões em papéis de vencimento em dez anos, sob a liderança da Bear Stearns e do Morgan Stanley, na sua primeira emissão do ano. Conseguiu demanda de mais de US$ 1,2 bilhão, mas acabou vendendo US$ 600 milhões. O Banco de Minas Gerais (BMG) e o Banco Schain também lançaram papéis, de 10 milhões de euros (US$ 12 milhões, aproximadamente) e US$ 10 milhões, respectivamente.
A Petrobras propôs pagar rendimento de 7,87% a 8% ao ano por seus títulos, de vencimento em 15 de setembro de 2014. No fechamento da operação, o cupom (juro nominal) foi definido a 7,75% ao ano, com preço de 98,638% do valor de face, o que corresponde ao rendimento de 7,95% ao ano, um prêmio de 378 pontos básicos sobre os títulos do Tesouro americano.
Na comparação com os títulos do Tesouro brasileiro, os papéis da Petrobras pagaram um rendimento 120 pontos básicos menor. Devido à qualidade de crédito da empresa, os bancos líderes conseguiram vender os papéis também para investidores americanos mais conservadores, que compram títulos considerados de baixo risco, além dos tradicionais compradores - fundos dedicados a mercados emergentes, investidores americanos que procuram investimentos de maior risco e investidores latino-americanos e brasileiros. Com a forte demanda, os papéis passaram a ter alta de preços no mercado secundário logo após a venda, para 99% do valor de face.
Já o BMG saiu na frente entre os bancos pequenos e médios e lançou papéis em euro, no total inicial de 10 milhões de euros por um prazo de vencimento em 18 meses sob a liderança da BB Securities. "Com a emissão, queremos atender a uma uma nova clientela, interessada em comprar papéis brasileiros em euro", disse Ricardo Gelbaum, diretor-executivo financeiro e da área internacional do BMG. "Estamos testando esse novo mercado", afirmou. O rendimento proposto é de 6% a 6,375% ao ano.
Segundo ele, o programa de notas do banco foi ampliado, de US$ 120 milhões para US$ 200 milhões, e se tornou multimoedas - podem ser emitidos papéis em dólar, euro e iene. A idéia, segundo Gelbaum, é converter 100% do total captado para reais, em uma operação de "swap".
O Banco Schain realiza sua primeira captação externa - lançou títulos de US$ 10 milhões e de prazo de vencimento em um ano, sob a liderança da BCP Securities. O banco se propõe a pagar de 7,5% a 8% ao ano de rendimento.



Fonte: Valor Econômico
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