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Alternativa

Petrobras avalia GNL para TermoRio

20/12/2006 | 00h00

A Petrobras continua avaliando a possibilidade de fornecer Gás Natural Liquefeito (GNL) para a usina termelétrica Leonel Brizola (TermoRio) a partir de 2008, para que a unidade possa honrar os contratos que entram em vigor nessa época e prevêem a venda diária de 354 megawatts (MW), praticamente o triplo dos 126 MW que são despachados hoje e repassados mediante contratos assinados. A informação é do presidente da TermoRio, Carlos Eduardo Ramos Kirchner, que avalia que a opção do GNL é mais flexível do que o uso de óleo diesel, já definida, mas com possibilidade de reavaliação.

Isso não significa que o projeto de conversão para se utilizar diesel será deixado de lado. A conversão da unidade para que também utilize diesel ainda depende de licenciamento ambiental. Em relação a isso, a presidente da Feema, Isaura Fraga, afirmou que a idéia é que o órgão ambiental conceda uma licença especial para a termelétrica. Neste caso, a unidade só poderia operar com óleo diesel em ocasiões emergenciais, mediante solicitação do Ministério de Minas e Energia (MME). De acordo com Isaura, a questão do licenciamento para a TermoRio deverá ser resolvida dentro de dois meses. "Sendo assim, o GNL ofereceria muito mais flexibilidade, pois não seria uma opção apenas emergencial", observou Kirchner.

A Petrobras já havia definido a conversão de seis geradoras a gás da TermoRio para que pudessem operar também com óleo diesel. O custo previsto desta empreitada é de US$ 100 milhões. Kirchner admitiu que o projeto encontra-se atrasado em função de problemas na emissão do licenciamento ambiental, e que o GNL surge como opção para que a usina possa despachar maior volume em 2008. Além desse contrato, a TermoRio assumiu a entrega de 704 MW em 2010.

Controlada pela Petrobras, a termelétrica tem capacidade para gerar, atualmente, 793 MW, mas sua potência instalada chega a 1.040 MW. O executivo defendeu a opção pelo GNL, afirmando até que ela é mais atraente que o uso de gás natural. Ele disse que o GNL é mais caro do que o gás natural, e mais barato que o diesel. A opção pelo GNL, no entanto, seria mais proveitosa porque, segundo Kirchner, não exige toda uma estrutura de gasodutos fixos, que não são utilizados quando as térmicas não são despachadas. "Paga-se mais caro pelo GNL, mas só quando se usa", resumiu.

 



Fonte: Jornal do Commercio
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