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Cessão Onerosa

Contratos para a construção de módulos da P-74 e P-76 são assinados

11/04/2013 | 12h50
Contratos para a construção de módulos da P-74 e P-76 são assinados
P-74 no Estaleiro Inhaúma. Agência Petrobras P-74 no Estaleiro Inhaúma. Agência Petrobras

 

A Petrobras assinou, nesta quinta-feira (11), dois contratos para construção de módulos da planta de produção e processamento de óleo e gás e para integração (instalação dos módulos nos cascos) de duas unidades. Os contratos são referentes aos FPSOs (unidades flutuantes que produzem, armazenam e transferem petróleo e gás) P-74 e P-76, destinados aos campos da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos.
O evento de assinatura do contrato da P-74 foi realizado na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), com a presença do governador Tarso Genro, da presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, e dos diretores Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa, de Exploração e Produção, José Miranda Formigli, de Abastecimento, José Carlos Cosenza, de Gas e Energia, Alcides Santoro, e de Engenharia, Tecnologia e Materiais, José Antonio de Figueiredo. Já a assinatura do contrato da P-76 ocorreu no Edifício Torre Almirante, no Rio de Janeiro, com a presença de executivos da Petrobras.
Os contratos contêm cláusulas de conteúdo local (contratação de equipamentos e serviços nacionais), que variam de 65% a 71%. Para a construção dos módulos das plataformas, os contratos preveem um índice de conteúdo local de 65% nos serviços de construção de montagem; 65% nos serviços de engenharia de detalhamento, 65% nos serviços de gerenciamento e de 71% para o fornecimento de materiais. Já o serviço de instalação e integração dos módulos no casco também terá conteúdo local de 65%.
Segundo a estatal, a construção e integração dos módulos da P-74 e da P-76 irão gerar cerca de 4.500 empregos diretos e indiretos nas regiões de São José do Norte (RS) e Pontal do Paraná (PR), onde localizam-se os estaleiros de integração que executarão os serviços.
O prazo contratual total é de 42 meses. A produção do 1º óleo da P-74 está prevista para o segundo semestre de 2016, e a da P-76, para o segundo semestre de 2017.
O FPSO P-74 será a primeira plataforma concluída para a exploração do pré-sal nos campos da Cessão Onerosa, e a P-76, a terceira. Cada plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris/dia e comprimir 7 milhões m3 de gás natural/dia e deverão operar nos campos de Franco 1 (P-74) e Franco Sul (P-76), na Bacia de Santos.
Dados das obras de construção e integração dos módulos:
P-74
Empregos diretos e indiretos: 2 mil
Local da obra: Estaleiro de São José do Norte (RS)
Contratada: EBR – Estaleiros do Brasil Ltda – Consórcio formado pelas empresas Setal e Toyo
P-76
Empregos diretos e indiretos: 2,5 mil
Local da obra: Pontal do Paraná (PR)
Contratada: Technip- Techint – Consórcio formado pelas empresas Technip Brasil Ltda. e Techint S/A.

A Petrobras assinou, nesta quinta-feira (11), dois contratos para construção de módulos da planta de produção e processamento de óleo e gás e para integração (instalação dos módulos nos cascos) de duas unidades. Os contratos são referentes aos FPSOs (unidades flutuantes que produzem, armazenam e transferem petróleo e gás) P-74 e P-76, destinados aos campos da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos.


O evento de assinatura do contrato da P-74 foi realizado na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), com a presença do governador Tarso Genro, da presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, e dos diretores Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa, de Exploração e Produção, José Miranda Formigli, de Abastecimento, José Carlos Cosenza, de Gas e Energia, Alcides Santoro, e de Engenharia, Tecnologia e Materiais, José Antonio de Figueiredo. Já a assinatura do contrato da P-76 ocorreu no Edifício Torre Almirante, no Rio de Janeiro, com a presença de executivos da Petrobras.


Os contratos contêm cláusulas de conteúdo local (contratação de equipamentos e serviços nacionais), que variam de 65% a 71%. Para a construção dos módulos das plataformas, os contratos preveem um índice de conteúdo local de 65% nos serviços de construção de montagem; 65% nos serviços de engenharia de detalhamento, 65% nos serviços de gerenciamento e de 71% para o fornecimento de materiais. Já o serviço de instalação e integração dos módulos no casco também terá conteúdo local de 65%.


Segundo a estatal, a construção e integração dos módulos da P-74 e da P-76 irão gerar cerca de 4.500 empregos diretos e indiretos nas regiões de São José do Norte (RS) e Pontal do Paraná (PR), onde localizam-se os estaleiros de integração que executarão os serviços.


O prazo contratual total é de 42 meses. A produção do 1º óleo da P-74 está prevista para o segundo semestre de 2016, e a da P-76, para o segundo semestre de 2017.


O FPSO P-74 será a primeira plataforma concluída para a exploração do pré-sal nos campos da Cessão Onerosa, e a P-76, a terceira. Cada plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris/dia e comprimir 7 milhões m3 de gás natural/dia e deverão operar nos campos de Franco 1 (P-74) e Franco Sul (P-76), na Bacia de Santos.



Dados das obras de construção e integração dos módulos:


P-74

Empregos diretos e indiretos: 2 mil

Local da obra: Estaleiro de São José do Norte (RS)

Contratada: EBR – Estaleiros do Brasil Ltda – Consórcio formado pelas empresas Setal e Toyo.


P-76

Empregos diretos e indiretos: 2,5 mil

Local da obra: Pontal do Paraná (PR)

Contratada: Technip-Techint – Consórcio formado pelas empresas Technip Brasil Ltda. e Techint S/A.



Fonte: Redação
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