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Plano de Investimentos

Petrobras adia divulgação de planejamento para 2009

20/10/2008 | 03h36

A Petrobras confirmou as especulações do mercado e anunciou ontem o adiamento da revisão de seu plano de investimentos para o período de 2009 a 2013. Em comunicado, a companhia informou que a decisão - tomada pelo Conselho de Administração - foi "em função da necessidade de concluir as análises dos projetos, frente às novas condições conjunturais." Esta é a quarta vez que a estatal adia a divulgação do plano este ano. Inicialmente, a previsão era para início de setembro - o que já representava atraso em relação a anos anteriores. Depois, a data passou para início de outubro e, finalmente, para a segunda quinzena do mês.

 

Os adiamentos anteriores, segundo fontes, foram porque o plano incluiria os investimentos nas áreas do pré-sal. Isso dificultou os trabalhos, por causa do volume de negócios e desafios tecnológicos a serem enfrentados.

 

Conforme o Estado antecipou, a possibilidade de adiamento da divulgação do plano era discutida porque a área técnica teria encontrado dificuldades para traçar cenários econômicos e identificar fontes de recursos.

 

Outro problema é decidir o que vai balizar esses investimentos. A Petrobrás toma como premissas a taxa cambial e o preço do barril de petróleo, ambos muito voláteis nos últimos meses. O petróleo bateu na casa dos US$ 150, em julho, e caiu para US$ 70, esta semana. Já o dólar chegou a R$ 1,60, foi a R$ 2,40 e voltou ao patamar dos R$ 2,12, no fechamento de ontem.

 

Pelo plano atual, para o período entre 2008 e 2012, a Petrobrás prevê US$ 112 bilhões em investimentos, com uma geração de caixa de US$ 104 bilhões. Relatório divulgado pelo banco Credit Suisse estima que poderia passar para US$ 163 bilhões - considerando apenas a inflação no período e mais os investimentos já anunciados (cinco refinarias e mais as encomendas de plataformas de produção para Tupi).

 

Segundo o relatório, caso o petróleo permaneça na casa dos US$ 80 nos próximos cinco anos, a Petrobrás teria de buscar no mercado cerca de US$ 40 bilhões - um quarto já no ano que vem. Já o banco UBS Pactual calcula que o desenvolvimento do pré-sal em Santos demandará US$ 600 bilhões.



Fonte: O Estado de S. Paulo
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