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Equipamentos

Pessimista, Abimaq prevê ano ruim

08/02/2006 | 00h00

Olhando para trás, os indicadores da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), divulgados ontem, são positivos: o faturamento nominal do setor aumentou 18,3% de 2004 para 2005 -de R$ 47,2 bilhões para R$ 55,9 bilhões.

Olhando para a frente, no entanto, os prognósticos feitos pelas empresas do setor são sombrios: o ritmo de crescimento vem caindo mês a mês, e a tendência é que, neste ano, o setor tenha queda no faturamento.

A Abimaq tenta justificar esse pessimismo, apesar dos bons resultados de 2005, ao comparar o crescimento do faturamento do setor mês a mês. No primeiro trimestre do ano passado, a variação no faturamento no acumulado dos últimos 12 meses apontava para um crescimento de 35,1%. Mês a mês, no entanto, esses índices foram baixando, até chegarem a 18,3% em dezembro. O emprego no setor cresceu 2,5%.

O presidente da Abimaq, Newton Mello, diz que o crescimento do setor foi puxado principalmente pela indústria de mecânica pesada, que aumentou seu faturamento em 99,5%.

"Esse crescimento foi gerado por pedidos feitos em anos anteriores. Só que, para este ano, os empresários do setor dizem que quase não há mais pedidos."

O subsetor que apresentou a maior queda (37,3%) na comparação anual foi o de máquinas e implementos agrícolas. Por causa dessa queda, o número de empregos no subsetor caiu 17,8%.

Na avaliação de Mello, o que os números da Abimaq estão mostrando é que 2006 pode ser um péssimo ano para a economia.

"Somos como o timoneiro do Titanic. Avistamos o iceberg e avisamos que é preciso mudar a rota, ou vamos afundar."



Fonte: Folha de São Paulo
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