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Combustíveis

Pesquisa da ANP revela que a gasolina voltou a subir

16/11/2004 | 00h00

O preço da gasolina subiu mais uma vez na maioria dos municípios do Estado do Rio. De acordo com a última pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo (ANP), feita entre os dias 7 e 13, o preço médio do litro da gasolina estava mais alto no município de Paraty: R$ 2,43. Já o menor valor (R$ 2,11) foi registrado em Nilópolis. No Rio, o litro do combustível ficou em R$ 2,17, em média, o que significa um aumento de 1,49% em relação ao levantamento anterior.
Segundo a ANP, o preço médio da gasolina no município de Paraíba do Sul foi de R$ 2,26 para R$ 2,32, representando 2,52% de aumento, o maior índice registrado entre as 37 cidades pesquisadas. O preço do combustível, de acordo com o levantamento, só teve pequena queda em Barra do Piraí, baixando 0,31% – em média, passou de R$ 2,266 para R$ 2,259. Já no município de Mangaratiba, o preço do litro do combustível permaneceu em R$ 2,33.

Preço de combustíveis sobe em todo o País

O aumento dos preços não foi verificado somente no Estado do Rio. Segundo a pesquisa, o álcool hidratado apresentou a maior alta, de 4,96%, em média, no País. A gasolina subiu R$ 0,02 por litro, ou 0,7%. Os preços dos dois combustíveis e do diesel haviam caído na semana anterior, interrompendo uma seqüência de altas iniciada com os reajustes promovidos pela Petrobras no dia 15.
De acordo com a pesquisa, o preço médio do álcool hidratado no País ficou em R$ 1,396 por litro na semana passada. Hoje, o álcool custa 64% do preço da gasolina – o limite para que o combustível continue apresentando vantagens aos consumidores é de 70%. A disparada do álcool também tem reflexos no preço da gasolina, que recebe 25% de anidro antes de ser vendida nos postos.
O mercado financeiro ainda espera um novo reajuste este ano, para que a Petrobras elimine de vez a defasagem com relação às cotações internacionais do petróleo. Ontem, em Nova Iorque, o barril caiu 4%, fechando a US$ 45,25. Em Londres, o recuo foi de US$ 2,21, para US$ 40,10. São as mais baixas cotações em dois meses.



Fonte: O Dia
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