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Parceria

Pedro Parente diz que parceria com a BP pode envolver troca de ativos

31/10/2017 | 18h14
Pedro Parente diz que parceria com a BP pode envolver troca de ativos
Divulgação Divulgação

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse hoje (31) que a parceria que a estatal está negociando com a petrolífera britânica BP deverá envolver a troca de ativos entre as empresas. “Certamente é um modelo que envolveria a possibilidade de trocas de ativos, mas a discussão está muito preliminar. Não estou anunciando que já tem isso colocado. Mas seria um pouco nessa linha”, disse Parente, após palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense.

Mais cedo, a Petrobras divulgou comunicado ao mercado sobre a assinatura de carta de intenções com a BP para identificar e avaliar conjuntamente oportunidades de negócio, envolvendo ativos ou empreendimentos no Brasil e no exterior.

“O documento prevê cooperação nas áreas de exploração e produção, refino, transporte e comercialização de gás, GNL, trading de petróleo, lubrificantes, combustível de aviação, geração e distribuição de energia, renováveis, tecnologia e iniciativas de baixa emissão de carbono, visando ao desenvolvimento de uma potencial aliança estratégica entre as companhias”, diz a nota.

Segundo Parente, um dos primeiros objetivos da parceria com a BP foi alcançado durante o leilão do pré-sal, na semana passada, para a exploração de duas áreas. Na terceira rodada de licitação sob o regime de partilha de produção, a companhia brasileira adquiriu direitos de exploração e produção para o bloco Alto de Cabo Frio Central, em um consórcio 50%-50% com a BP; e para o bloco Peroba, juntamente com a CNODC, em um consórcio de 40% para Petrobras, 40% para BP e 20% para CNODC.

“Mas há também um interesse muito grande na parceria estratégica com a BP no que diz respeito ao tema do gás, [para] nos permitir aumentar a participação do gás no portfólio da Petrobras”, afirmou o executivo. “Também [há interesse] em uma eventual parceria na compra e venda de derivados e o próprio petróleo bruto, em que eles têm uma experiência muito grande, e [isso] pode beneficiar a Petrobras nesse sentido.”

 



Fonte: Redação/Agência Brasil
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