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Américas

PDVSA prevê conclusão das refinarias de Cuba e da Jamaica em 2007 e 2008

06/06/2006 | 00h00

A refinaria de Cienfuegos, em Cuba, entrará em funcionamento no terceiro trimestre de 2007, enquanto a de Kingston, na Jamaica, estará com a ampliação terminada em 2008, disse à imprensa o vice-presidente de refino da petroleira estatal venezuelana - PDVSA -, Alejandro Granados.

Os dois projetos de refino são parte fundamental do programa energéticos regional Petrocaribe, impulsionado pela PDVSA.

A venezuelana e sua semelhante cubana - Cupet - assinaram um acordo de risco compartido em abril deste ano para reativar a refinaria Cienfuegos,de 76 mil barris diários (b/C). A PDVSA também assinou, em 2005, um convênio com a estatal jamaicana, a PCJ e a refinaria estatal Petrojam para realizar trabalhos na refinaria Kingston, de 35 mil barris por dia  
A canadense SNC-Lavalin participa em ambos projetos, indicou Granados.

"Em Cienfuegos estamos muito adiantados, a refinaria deveria estar processando os primeiros barris no terceiro trimestre do ano que vem. A idéia é começar com 75 mil barris por dia para logo passar à conversão profunda (processo por meio do qual se pode extrair mais gasolina de cada barris de petróleo extra-pesado), que lhe permita duplicar sua capacidade. Em Kingston estamos fazendo a engenharia básica com a SNC-Lavalin e estamos apontando para o 2008 o prazo para começar as operações com sua nova capacidade", afirmou o executivo.

No entanto, o estado insular de Antigua poderia converter-se em centro regional de armazenamento deste onde se distribuirão cerca de 200 mil barris por dia de combustíveis líquidos aos membros da Petrocaribe, defendeu Granados.

"Tivemos uma reunião em Antigua muito importante onde eles propõem um acordo para todos os países da região e de ali distribuir", disse Granados. Petrocaribe já conta com capacidade de armazenamento nesta ilha, nas Bahamas e em Cuba, mas a PDVSA manifestou que é necessário elevar ainda mais essa capacidade para que a iniciativa funcione de maneira eficiente.



Fonte: BNamericas
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