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Comercio Exterior

PDVSA inaugurou escritório comercial na China

24/08/2005 | 00h00

Com a finalidade de consolidar a diversificação do mercado petroleiro venezuelano na Ásia, a Petróleos de Venezuela (PDVSA) inaugurou a oficina comercial PDVSA China, em Beijing, durante a visita oficial do ministro da Energia e Petróleo e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, ao país asiático, nesta segunda-feira (22_08). A PDVSA China se baseia na complementariedade dos países, uma vez que a Venezuela tem reservas de petróleo para mais de 285 anos ao ritmo de produção atual, e é o quinto exportador mundial de hidrocarbonetos. Por sua parte, a China, segundo importador de petróleo do planeta, busca ampliar a gama de provedores para satisfazer sua crescente demanda de energia. 
Segundo a nota enviada por autoridades venezuelanas no Brasil, a abertura da PDVSA China se realiza no marco dos esforços da integração energética internacional e a configuração de um mundo multipolar, mais equilibrado e justo. Neste sentido, também se continuará impulsionando o conteúdo nacional venezuelano na produção e comercialização de hidrocarbonetos. "Desta forma, a PDVSA dá um paso adiante na diversificação da oferta exportadora de hidrocarbonetos da Venezuela, e expande a visão de seu negócio em prol da integração, sobre a base dos princípios de igualdade, reciprocidade e benefício mútuo", se lê no informe.
De maneira preliminar, o potencial de exportação para a China se estima em cerca de 300 mil barris diários de petróleos e produtos venezuelanos, isto é: cerca de 100 milhões de barris por ano. Isto significaria o despacho emnsal de pelo menos quatro super-tanqueiros (VLCC ou Very Large Crude Carrier) com uma capacidade de aproximadamente 2 milhões de barris cada um. No ano de 2004 se despachou uma média de 12,3 mil barris diários, enquanto que a média de exportação de hidrocarbonetos para a China até o primeiro semestre de 2005 se situa em 68,8 mil barris diáriso, isto significa que ocorreu um aumento de 560%.
"PDVSA China avaliará oportunidades de negócios na região e será o bastião para a pontuação de relações com novos sócios estratégicos. "Além do mais, fortalecerá a aliança solidária entre China e Venezuela em benefício do desenvolvimento econômico e social de ambos os povos", destacou Ramírez.
O ministro Ramírez e sua comitiva do Ministério de Energia e Petróleo e PDVSA, desenvolvem em Beijing uma intensa agenda de reuniões com representantes governamentais e empresariais, que inclui um encontro com o presidente da Comissão Nacional de Desenvolviemento e Reforma da República Popular da China, Ma Kai; o diretor de Utilização de Capital Estrangeiro da Comissão, He Lianzhong; e os presidentes de empresas tais como Sinopec, China National Petroleum Corporation (CNPC), China National Oil and Gás Development Corporation (CNODC) e Zhenghua Oil, entre outras altas autoridades.
Ainda segundo o informa, a agenda energética entre Venezuela e China tem por objeto promover avanços com base nos acordos estabelecidos no Memorando de Entendimento sobre Maior Coooperação no Setor de Energia, assinado pelo presidente da Comissão Estatal de Desenvolvimento e Reforma da República Popular da China, Ma Kai; e o Ministro de Energia e Petróleo e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, no marco da visita do presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez Frías, a Beijing no passado 23 de dezembro de 2004, onde junto com seu homólogo, Hu Jintao, acordaram impulsionar a cooperação bilateral integral de ambas as nações.
As negociações em matéria petroleiras entre Venezuela e China incluem temas tais como o abastecimento a longo prazo de petróleos e produtos, a migração a empresas mistas dos convênios transitórios para a exploração das áreas Intercampo Norte (no Lago Maracaibo) e Caracoles (região oriental), criação de uma empresa mista para a exploração da área Zumano (região oriental) qualificação e certificação de reservas e avaliação de um possível desenvolvimento conjunto de parte do Blogo Junín 4 da Faja Petrolífera del Orinoco, a contrução de um poliduto até o oceâno Pacífico através da Colômbia, a construção de navios, assistência técnica e criação de um fundo de financiamento para a construção de infra-estrutura.



Fonte: Redação
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