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Política

Para presidente do PMDB, Dilma deve sancionar lei dos royalties sem vetos

07/11/2012 | 10h57

 

A presidenta Dilma Rousseff deve sancionar sem vetos o projeto de lei do Senado que trata da nova distribuição dos royalties do petróleo. O texto aprovado na terça-feira (6) não era a proposta do Executivo, e deixou de fora a previsão de repasse de 100% dos royalties dos novos poços para a educação, como queria o governo.
Segundo o presidente do PMDB e líder do partido no Senado, Valdir Raupp, a presidente encarou a derrota do governo “com naturalidade” e não deve fazer vetos ao texto aprovado. “A tendência é sancionar sem vetos, pelo menos foi o que ouvi dela, pelos comentários que ela fez quando chegou o resultado da votação”, disse ao sair de um jantar no Palácio do Alvorada em que estiveram reunidas as cúpulas do PT e do PMDB.
Segundo Raupp, em votações como essa e a do Código Florestal, em que o governo também sofreu derrotas, “não se pode exigir fidelidade da base”, porque cada parlamentar vota de acordo com interesses de suas bases eleitorais.
A destinação de 100% dos recursos para a educação, que ficou de fora do texto aprovado, “pode ser corrigida” posteriormente, na avaliação de Raupp, que não explicou como.
A reunião de PT e PMDB no Alvorada durou cerca de três horas e reuniu os principais líderes dos dois partidos, entre eles o vice-presidente da República, Michel Temer, e o presidente do PT, Rui Falcão. As legendas, segundo Raupp, trataram dos resultados das eleições municipais, da aliança entre entre o PT eu PMDB - que deve ser mantida para a disputa presidencial de 2014 - e do acordo para eleição das presidências da Câmara e do Senado.
Mais cedo, antes do jantar, a presidenta Dilma recebeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na residência oficial por mais de três horas.

A presidenta Dilma Rousseff deve sancionar sem vetos o projeto de lei do Senado que trata da nova distribuição dos royalties do petróleo. O texto aprovado na terça-feira (6) não era a proposta do Executivo, e deixou de fora a previsão de repasse de 100% dos royalties dos novos poços para a educação, como queria o governo.


Segundo o presidente do PMDB e líder do partido no Senado, Valdir Raupp, a presidente encarou a derrota do governo “com naturalidade” e não deve fazer vetos ao texto aprovado. “A tendência é sancionar sem vetos, pelo menos foi o que ouvi dela, pelos comentários que ela fez quando chegou o resultado da votação”, disse ao sair de um jantar no Palácio do Alvorada em que estiveram reunidas as cúpulas do PT e do PMDB.


Segundo Raupp, em votações como essa e a do Código Florestal, em que o governo também sofreu derrotas, “não se pode exigir fidelidade da base”, porque cada parlamentar vota de acordo com interesses de suas bases eleitorais.


A destinação de 100% dos recursos para a educação, que ficou de fora do texto aprovado, “pode ser corrigida” posteriormente, na avaliação de Raupp, que não explicou como.


A reunião de PT e PMDB no Alvorada durou cerca de três horas e reuniu os principais líderes dos dois partidos, entre eles o vice-presidente da República, Michel Temer, e o presidente do PT, Rui Falcão. As legendas, segundo Raupp, trataram dos resultados das eleições municipais, da aliança entre entre o PT eu PMDB - que deve ser mantida para a disputa presidencial de 2014 - e do acordo para eleição das presidências da Câmara e do Senado.


Mais cedo, antes do jantar, a presidenta Dilma recebeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na residência oficial por mais de três horas.

 



Fonte: Agência Brasil
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