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Educação

Para incentivar formação acadêmica a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa investe no ensino à distância

26/07/2016 | 14h58
Para incentivar formação acadêmica a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa investe no ensino à distância
Divulgação Divulgação

A Rede Nacional de Ensino Pesquisa (RNP), organização social ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, desenvolveu uma ferramenta para educação à distância. A Videoaula@RNP é um serviço integrado para elaboração e disponibilização na internet de videoaulas, reunindo diversos tipos de mídia – vídeo, áudio, roteiro, animações, hiperlinks e arquivos de apoio. A iniciativa pode contribuir para o Brasil alcançar a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de elevar em 50% o número de matrículas no ensino superior entre jovens de 18 e 24 anos.

Segundo a RNP, a educação à distância é uma alternativa viável, de menor custo e com qualidade igual ou superior se comparada aos cursos presenciais. "Trata-se de um grande desafio que poderá ser superado com o uso efetivo de ensino à distância", afirma o diretor-adjunto de Gestão de Serviços da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Luiz Coelho.

O Brasil é apontado internacionalmente como um dos mercados mais promissores no mundo, com instituições de ensino como Fundação Lemann, Universidade de São Paulo (USP) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) investindo em cursos e disciplinas oferecidos nessa modalidade. ‘‘A experiência de aprendizado pode ser avaliada na qualidade do instrutor, do material didático, na metodologia e na dedicação do aluno. O ensino à distância requer uma metodologia capaz de motivar o aluno e possibilita o amplo acesso aos conteúdos anteriormente restritos aos muros da instituição, muitas vezes em cidades e, até mesmo, países diferentes", acrescenta Coelho.

Parcerias

O Consórcio Cederj (Centro de Educação Superior à Distância do Rio de Janeiro), que reúne universidades públicas do estado, foi pioneiro em levar videoaulas aos alunos do curso de Sistemas de Computação, em 2005. Até o momento, mais de 500 videoaulas foram elaboradas para o curso, que conta com 2 mil estudantes matriculados. "Nossos alunos estão muito bem classificados por meio das aulas de ensino à distância. O sistema forma professores, mestres e doutores. Portanto, a plataforma veio para ficar", diz o professor e coordenador do grupo de pesquisa da UFRJ, Edmundo de Souza e Silva.

Em Minas Gerais, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) iniciou sua adesão ao serviço Videoaula@RNP via Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Nossa filosofia é usar vídeos como apoio e não como única interação entre professores e alunos. A ideia é utilizar a plataforma Moodle para disponibilizar o material de ensino: apostilas, questionários, links, apresentações de Power Point, e também as videoaulas, para que o professor possa reforçar o conteúdo e explicar dúvidas que o aluno venha a ter com o material digital ou impresso", afirma o professor do Departamento de Ciência da Computação e vice-diretor do Instituto de Ciências Exatas da UFJF, Eduardo Barrére.

Já o Centro de Referência em Formação e em Educação à Distância (Cefor), do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), é usuário da plataforma Videoaula@RNP desde 2012 e produz conteúdo para o portal. Utiliza, ainda, o serviço de Conferência Web da RNP para comunicações síncronas, além de um canal de vídeos no YouTube. Na modalidade educação à distância, os cursos são oferecidos em 27 polos de ensino superior e 14 de ensino técnico, atendendo a 35 municípios do estado. "Além disso, a instituição regulamentou, por meio de resolução interna, a oferta de 20% dos cursos presenciais com utilização de tecnologias", explica o analista de Tecnologia da Informação do Ifes José Mário Costa Junior.

RNP

Pioneira no acesso à internet no Brasil, a RNP planeja e mantém a rede Ipê, a rede óptica nacional acadêmica de alto desempenho. Com pontos de presença em todos os estados do país, conecta 1.237 campi e unidades nas capitais e no interior e conta com mais de 4 milhões de usuários.

 

 

 



Fonte: Assessoria MCTI/Redação
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