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Petróleo

Para concluir refinarias, Petrobras poderá negociar com empresas estrangeiras

04/07/2012 | 12h10
Para concluir refinarias, Petrobras poderá negociar com empresas estrangeiras
Revap. Banco de Imagens: Petrobras Revap. Banco de Imagens: Petrobras

 

Preocupado com o atraso no cronograma de obras das refinarias da Petrobras que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o governo deu sinal verde para que a estatal acelere a negociação de parcerias com empresas estrangeiras. Além da Premium II, do Ceará, estão na lista Comperj, Abreu e Lima e Premium I.
Segundo especialistas, a entrada de capital estrangeiro vai evitar que o país deixe de construir os empreendimentos. Sem elas, a dependência cresceria tanto que, em 2020, acabaria por colocar em risco a autonomia e o crescimento do país.
A alternativa, que vinha sendo evitada para preservar a autonomia do país no processamento do petróleo do pré-sal, é vista agora como uma saída para manter os prazos de conclusão e operação, após a decisão da Petrobras de reduzir o ritmo de investimentos em refino no seu Plano de Negócios 2012/2016.
Entre as empresas estrangeiras interessadas está a gigante chinesa Sinopec, que atualmente opera no país em consórcios para exploração de campos de petróleo. Outras multinacionais da área de refino já manifestaram interesse em se associar com a Petrobras, mas as parcerias não prosperaram. A exceção é a venezuelana PDVSA, que participa da construção da refinaria Abreu e Lima.
A Petrobras não confirma as negociações, mas, segundo fontes do governo, a opção pelo capital estrangeiro decorre da avaliação de que postergar prazos para refino significa aumentar perigosamente a dependência do país de combustíveis derivados de petróleo importados.

Preocupado com o atraso no cronograma de obras das refinarias da Petrobras que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o governo deu sinal verde para que a estatal acelere a negociação de parcerias com empresas estrangeiras. Além da Premium II, do Ceará, estão na lista Comperj, Abreu e Lima e Premium I.


Segundo especialistas, a entrada de capital estrangeiro vai evitar que o país deixe de construir os empreendimentos. Sem elas, a dependência cresceria tanto que, em 2020, acabaria por colocar em risco a autonomia e o crescimento do país.


A alternativa, que vinha sendo evitada para preservar a autonomia do país no processamento do petróleo do pré-sal, é vista agora como uma saída para manter os prazos de conclusão e operação, após a decisão da Petrobras de reduzir o ritmo de investimentos em refino no seu Plano de Negócios 2012/2016.


Entre as empresas estrangeiras interessadas está a gigante chinesa Sinopec, que atualmente opera no país em consórcios para exploração de campos de petróleo. Outras multinacionais da área de refino já manifestaram interesse em se associar com a Petrobras, mas as parcerias não prosperaram. A exceção é a venezuelana PDVSA, que participa da construção da refinaria Abreu e Lima.


A Petrobras não confirma as negociações, mas, segundo fontes do governo, a opção pelo capital estrangeiro decorre da avaliação de que postergar prazos para refino significa aumentar perigosamente a dependência do país de combustíveis derivados de petróleo importados.



Fonte: Redação / Agência
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