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México

País pode abrir seu petróleo a estrangeiros

22/10/2008 | 03h28

Com o preço do petróleo em queda e sua própria produção diminuindo rapidamente, o Senado mexicano começou ontem a discutir um projeto de reforma, que permite que a Petróleos Mexicanos trabalhe mais de perto com empresas privadas.

 

A produção do México foi de 2,72 milhões de barris por dia em setembro, a mais baixa média mensal desde 1995, segundo a Pemex informou esta semana. Nos nove primeiros meses do ano, a produção do país caiu 10% em relação ao mesmo período do ano passado e a exportação teve queda de 18%.

 

Desde o fim dos anos 70 o México tem estado entre os dez maiores produtores do mundo. Mas, como em muitos dos produtores mundiais, os campos mexicanos estão envelhecendo. Acredita-se que o país possua vastos campos nas águas profundas do Golfo do México, mas a Pemex não tem tecnologia para explorá-los.

 

Empresas internacionais normalmente alugam vários hectares em áreas ricas em petróleo, exploram o combustível e pagam impostos locais e royalties sobre a produção. Como a Constituição mexicana não permite isso, a idéia é pagar uma comissão às empresas em vez de permitir que elas fiquem com um porcentual do próprio petróleo.

 

Por enquanto, as petrolíferas não estão muito entusiasmadas com as perspectivas. "Temos de esperar que a Pemex apresente os contratos para ver se eles são globalmente competitivos", disse um executivo de uma empresa internacional que trabalha na capital mexicana.

 

Em 2004, o México lançou contratos de serviço na bacia de gás natural de Burgos. Isso atraiu companhias como a Petróleo Brasileiro SA (Petrobras) e a hispano-argentina Repsol YPF. Mas o crescimento dos custos no setor tornou os contratos inviáveis para muitos que os assinaram. Os novos, para águas profundas, teriam de oferecer condições significativamente melhores, dizem analistas.



Fonte: Valor Econômico
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