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Tecnologia

Painel orgânico pode ser fonte de energia solar

16/09/2013 | 10h01

 

A Csem Brasil, empresa de tecnologia com sede em Belo Horizonte, vai investir US$ 19 milhões nos próximos três anos no desenvolvimento de uma tecnologia de produção de células fotovoltaicas orgânicas de múltiplas utilidades capaz de revolucionar a geração de energia, o uso da água na agricultura e até a produção de alimentos.
Desenvolvida no país, a inovação com polímeros e plástico substitui as pesadas placas de silício por um filme impresso muito mais leve, transparente, de fácil transporte e instalação, mas com a mesma eficiência. Pode ser usado nas fachadas de grandes prédios, para produzir energia, no teto solar de um carro, para garantir o funcionamento de equipamentos eletrônicos como os painéis do veículo ou a movimentação dos vidros, na cobertura de uma estufa, para controlar a entrada de luz e de temperatura além da geração de energia, ou na agricultura de precisão, com a implantação de sensores de umidade que detectam a efetiva necessidade de água do solo e evitam o desperdício na irrigação. Costurada na aba de uma pasta ou na mochila pode recarregar a bateria de um notebook ou do celular apenas com a luz solar ou até mesmo artificial.
"A tecnologia da eletrônica orgânica impressa representa uma mudança de paradigma. Ela permite a utilização mais limpa e ampla da energia solar para a geração de eletricidade, podendo ser aplicada no revestimento de estruturas, janelas, dispositivos eletrônicos e até mesmo em veículos ou em casas em localidades remotas ainda sem eletricidade", disse Tiago Alves, presidente da Csem Brasil, um dos palestrantes da 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos promovida pelo BNDES.
Além de aplicações inovadoras, as características das células fotovoltaicas orgânicas permitem uma redução importante nos custos de instalação das unidades de produção, responsáveis por até 70% do custo total dos sistemas fotovoltaicos tradicionais. Esse fator e a facilidade de transporte podem também assegurar um mínimo de conforto para mais de um milhão de lares ainda sem energia elétrica no Brasil. A fabricação, que utiliza a impressão em rolos, e os materiais empregados nas células orgânicas representam uma notável redução de impacto ambiental quando comparados ao das células tradicionais. A energia utilizada na produção é aproximadamente vinte vezes menor do que a energia empregada na produção dos painéis de silício, o que a torna uma opção ainda mais verde para o reaproveitamento da energia solar
A Csem Brasil foi criada em 2007 pela empresa suíça Csem - Centre Suisse d'Électronique e Microtechnique SA - e pelos gestores de investimentos FIR Capital, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), para fornecer soluções tecnológicas inovadoras ao mercado e à indústria, em parceria com instituições de excelência nacionais e internacionais. O grupo investe para criar no Brasil não apenas uma avançada linha de produção de condutores e resistência de baixa temperatura cofired cerâmica (LTCC), mas também umas das melhores infraestruturas no mundo para produzir dispositivos orgânicos impressos, tal como Painéis Orgânicos Fotovoltaicos.

A Csem Brasil, empresa de tecnologia com sede em Belo Horizonte, vai investir US$ 19 milhões nos próximos três anos no desenvolvimento de uma tecnologia de produção de células fotovoltaicas orgânicas de múltiplas utilidades capaz de revolucionar a geração de energia, o uso da água na agricultura e até a produção de alimentos.


Desenvolvida no país, a inovação com polímeros e plástico substitui as pesadas placas de silício por um filme impresso muito mais leve, transparente, de fácil transporte e instalação, mas com a mesma eficiência. Pode ser usado nas fachadas de grandes prédios, para produzir energia, no teto solar de um carro, para garantir o funcionamento de equipamentos eletrônicos como os painéis do veículo ou a movimentação dos vidros, na cobertura de uma estufa, para controlar a entrada de luz e de temperatura além da geração de energia, ou na agricultura de precisão, com a implantação de sensores de umidade que detectam a efetiva necessidade de água do solo e evitam o desperdício na irrigação. Costurada na aba de uma pasta ou na mochila pode recarregar a bateria de um notebook ou do celular apenas com a luz solar ou até mesmo artificial.


"A tecnologia da eletrônica orgânica impressa representa uma mudança de paradigma. Ela permite a utilização mais limpa e ampla da energia solar para a geração de eletricidade, podendo ser aplicada no revestimento de estruturas, janelas, dispositivos eletrônicos e até mesmo em veículos ou em casas em localidades remotas ainda sem eletricidade", disse Tiago Alves, presidente da Csem Brasil, um dos palestrantes da 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos promovida pelo BNDES.


Além de aplicações inovadoras, as características das células fotovoltaicas orgânicas permitem uma redução importante nos custos de instalação das unidades de produção, responsáveis por até 70% do custo total dos sistemas fotovoltaicos tradicionais. Esse fator e a facilidade de transporte podem também assegurar um mínimo de conforto para mais de um milhão de lares ainda sem energia elétrica no Brasil. A fabricação, que utiliza a impressão em rolos, e os materiais empregados nas células orgânicas representam uma notável redução de impacto ambiental quando comparados ao das células tradicionais. A energia utilizada na produção é aproximadamente vinte vezes menor do que a energia empregada na produção dos painéis de silício, o que a torna uma opção ainda mais verde para o reaproveitamento da energia solar


A Csem Brasil foi criada em 2007 pela empresa suíça Csem - Centre Suisse d'Électronique e Microtechnique SA - e pelos gestores de investimentos FIR Capital, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), para fornecer soluções tecnológicas inovadoras ao mercado e à indústria, em parceria com instituições de excelência nacionais e internacionais. O grupo investe para criar no Brasil não apenas uma avançada linha de produção de condutores e resistência de baixa temperatura cofired cerâmica (LTCC), mas também umas das melhores infraestruturas no mundo para produzir dispositivos orgânicos impressos, tal como Painéis Orgânicos Fotovoltaicos.



Fonte: Valor Econômico
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