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Empresas

Pacote de concessões estimula demanda da Braskem, afirma executivo

20/08/2012 | 11h33

 

O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, disse na última sexta-feira (17) que o pacote de concessões anunciado pelo governo federal representará um estímulo adicional à demanda por produtos fabricados pela companhia.
Durante a inauguração da nova fábrica de PVC da Braskem, em Marechal Deodoro, na região metropolitana de Alagoas, o executivo afirmou que as obras resultantes do novo pacote de concessões serão importantes para o aumento do consumo do item no país e da importação da resina, o que ajudará a balança comercial brasileira.
Na ocasião, o presidente da Braskem aproveitou para afirmar que o cenário adverso na economia global não vai afetar os investimentos no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que a Braskem realiza em parceria com a Petrobras.
Inaugurada oficialmente na sexta-feira, a unidade da Braskem em Marechal Deodoro começou a ser erguida em abril do ano passado e custou o equivalente a R$ 1 bilhão, maior investimento feito pela empresa em um único projeto.
Com porte para 200 mil toneladas anuais, a unidade eleva para 460 mil toneladas por ano a capacidade de produção de PVC da Braskem em Alagoas, colocando o estado nordestino como o principal produtor da resina na América Latina.
A companhia produz também outras 250 mil toneladas de PVC no polo de Camaçari, na Bahia.
Energia
Satisfeito com a declaração feita pela presidente Dilma Rousseff, de que os custos da energia vão cair no Brasil, Carlos Fadigas, disse que, caso realmente ocorra, a redução será importante para aumentar a competitividade da companhia.
De acordo com ele, a energia elétrica representa cerca de 30% dos custos de produção de PVC, uma das principais resinas produzidas pela Braskem.
Apesar do apoio às últimas iniciativas do governo, o executivo ainda acredita que a indústria nacional está perdendo sua capacidade de investir, por conta da falta de incentivo à inovação, alto custo de energia e carga tributária elevada.
O executivo reafirmou a intenção da Braskem de segurar os investimentos programados para os próximos anos. “A capacidade de investir precisa estar alinhada com a de geração de caixa. E a capacidade de geração de caixa caiu”, afirmou Fadigas.

O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, disse na última sexta-feira (17) que o pacote de concessões anunciado pelo governo federal representará um estímulo adicional à demanda por produtos fabricados pela companhia.


Durante a inauguração da nova fábrica de PVC da Braskem, em Marechal Deodoro, na região metropolitana de Alagoas, o executivo afirmou que as obras resultantes do novo pacote de concessões serão importantes para o aumento do consumo do item no país e da importação da resina, o que ajudará a balança comercial brasileira.


Na ocasião, o presidente da Braskem aproveitou para afirmar que o cenário adverso na economia global não vai afetar os investimentos no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que a Braskem realiza em parceria com a Petrobras.


Inaugurada oficialmente na sexta-feira, a unidade da Braskem em Marechal Deodoro começou a ser erguida em abril do ano passado e custou o equivalente a R$ 1 bilhão, maior investimento feito pela empresa em um único projeto.


Com porte para 200 mil toneladas anuais, a unidade eleva para 460 mil toneladas por ano a capacidade de produção de PVC da Braskem em Alagoas, colocando o estado nordestino como o principal produtor da resina na América Latina.


A companhia produz também outras 250 mil toneladas de PVC no polo de Camaçari, na Bahia.

 


Energia


Satisfeito com a declaração feita pela presidente Dilma Rousseff, de que os custos da energia vão cair no Brasil, Carlos Fadigas, disse que, caso realmente ocorra, a redução será importante para aumentar a competitividade da companhia.


De acordo com ele, a energia elétrica representa cerca de 30% dos custos de produção de PVC, uma das principais resinas produzidas pela Braskem.


Apesar do apoio às últimas iniciativas do governo, o executivo ainda acredita que a indústria nacional está perdendo sua capacidade de investir, por conta da falta de incentivo à inovação, alto custo de energia e carga tributária elevada.


O executivo reafirmou a intenção da Braskem de segurar os investimentos programados para os próximos anos. “A capacidade de investir precisa estar alinhada com a de geração de caixa. E a capacidade de geração de caixa caiu”, afirmou Fadigas.



Fonte: Valor Econômico
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