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Premiação

Oxiteno recebe Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia

14/12/2015 | 12h43

 

Em conjunto com o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI), a Oxiteno recebeu o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia de 2015, na categoria Empresa, pelo desenvolvimento do processo para “Produção Biocatalítica de Ésteres”. Promovida pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a cerimônia de premiação ocorreu no encerramento do 20º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), nesta sexta-feira (11/12), no hotel Grand Hyatt São Paulo.
O processo de produção premiado consiste numa especialidade química usada na formulação de produtos de higiene pessoal e cosméticos. “A proposta do projeto foi criar uma alternativa de catálises químicas tradicionais utilizando biocatálise. O processo tradicional exige, por exemplo, temperaturas muito altas. Com a tecnologia que desenvolvemos, conseguimos trabalhar com condições de temperaturas mais baixas, ao mesmo tempo que conseguimos reduzir o tempo necessário para completar o processo todo”, diz Giovanni Bernardi Rosso, gerente de Desenvolvimento. Um dos benefícios é o aumento do rendimento do processo, resultando em uma melhor conversão da matéria prima para produto final (no nosso caso, o éster). Isso permite trabalhar de forma mais branda e com velocidade mais rápida, mais intensa, o que nos traz ganho em rendimento e custo de operação.
“A busca por tecnologia alternativa permite que a Oxiteno adquira vantagem competitiva em relação ao mercado. Na empresa, essa tecnologia inaugura uma outra abordagem de tecnologia, que foi um primeiro passo para alcançarmos outras tecnologias e possibilidades”, diz Alessandro Leal Nogueira, gerente de Inovação e Tecnologia.
Outro resultado positivo do projeto é que ele resultou em um depósito de patente.
Desenvolvido a partir de projeto no âmbito da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) pela sua Unidade INT, em parceria com a Oxiteno, o trabalho também foi objeto de depósito de patente, garantindo à Oxiteno e ao Embrapii a exclusividade de explorar comercialmente a nova tecnologia. Na Oxiteno, o trabalho foi conduzido por Giovanni Bernardi Rosso; Fabrício Vargas, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento Analítico; e pelas pesquisadoras Priscila Milani e Raquel da Silva. No Embrapii INT, foi coordenado pela pesquisadora Viridiana Santana Ferreira-Leitão, chefe do Laboratório de Biocatálise (Labic), da área de Catálise e Processos Químicos do Instituto, contando também no seu desenvolvimento com a pesquisadora Ayla Sant’Ana da Silva e os bolsistas Lívian Ribeiro Vasconcelos de Sá, Juliana Pereira Vasconcelos e Luis Gabriel Valdivieso Gelves. 

Em conjunto com o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI), a Oxiteno recebeu o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia de 2015, na categoria Empresa, pelo desenvolvimento do processo para “Produção Biocatalítica de Ésteres”. Promovida pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a cerimônia de premiação ocorreu no encerramento do 20º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), nesta sexta-feira (11/12), no hotel Grand Hyatt São Paulo.

O processo de produção premiado consiste numa especialidade química usada na formulação de produtos de higiene pessoal e cosméticos. “A proposta do projeto foi criar uma alternativa de catálises químicas tradicionais utilizando biocatálise. O processo tradicional exige, por exemplo, temperaturas muito altas. Com a tecnologia que desenvolvemos, conseguimos trabalhar com condições de temperaturas mais baixas, ao mesmo tempo que conseguimos reduzir o tempo necessário para completar o processo todo”, diz Giovanni Bernardi Rosso, gerente de Desenvolvimento. Um dos benefícios é o aumento do rendimento do processo, resultando em uma melhor conversão da matéria prima para produto final (no nosso caso, o éster). Isso permite trabalhar de forma mais branda e com velocidade mais rápida, mais intensa, o que nos traz ganho em rendimento e custo de operação.

“A busca por tecnologia alternativa permite que a Oxiteno adquira vantagem competitiva em relação ao mercado. Na empresa, essa tecnologia inaugura uma outra abordagem de tecnologia, que foi um primeiro passo para alcançarmos outras tecnologias e possibilidades”, diz Alessandro Leal Nogueira, gerente de Inovação e Tecnologia.

Outro resultado positivo do projeto é que ele resultou em um depósito de patente.

Desenvolvido a partir de projeto no âmbito da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) pela sua Unidade INT, em parceria com a Oxiteno, o trabalho também foi objeto de depósito de patente, garantindo à Oxiteno e ao Embrapii a exclusividade de explorar comercialmente a nova tecnologia. Na Oxiteno, o trabalho foi conduzido por Giovanni Bernardi Rosso; Fabrício Vargas, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento Analítico; e pelas pesquisadoras Priscila Milani e Raquel da Silva. No Embrapii INT, foi coordenado pela pesquisadora Viridiana Santana Ferreira-Leitão, chefe do Laboratório de Biocatálise (Labic), da área de Catálise e Processos Químicos do Instituto, contando também no seu desenvolvimento com a pesquisadora Ayla Sant’Ana da Silva e os bolsistas Lívian Ribeiro Vasconcelos de Sá, Juliana Pereira Vasconcelos e Luis Gabriel Valdivieso Gelves. 

 



Fonte: Redação/Assessoria
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