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Opep

Otimista com Opep, petróleo atinge maiores níveis em mais de 1 mês

22/05/2017 | 09h14

Os futuros de petróleo operam em alta nesta manhã, ampliando ganhos de mais de 2% da sessão anterior, em meio à expectativa de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) irá estender os atuais cortes na produção para além deste primeiro semestre em reunião marcada para quinta-feira (25).

Na semana passada, a Arábia Saudita, líder informal da Opep, e a Rússia, maior produtor fora do grupo, defenderam que os cortes sejam prorrogados por nove meses, até março do ano que vem.

Às 7h18 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para julho subia 0,75% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 54,01 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 0,77% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 51,06 por barril. Já o WTI para junho, que vence no fim da sessão de hoje, tinha alta de 0,74%, a US$ 50,70 por barril. Tanto o Brent quanto o WTI estavam nos maiores níveis em mais de um mês.

Seguindo acordos fechados no fim do ano passado, a Opep, a Rússia e outros países que não pertencem ao cartel vêm buscando cortar sua produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia desde janeiro. Os pactos vencem no fim de junho, mas há uma quase unanimidade de que os cortes serão mantidos por mais tempo.

O representante da petrolífera estatal iraquiana INOC disse hoje, durante evento em Londres, que há "amplo apoio" para a prorrogação dos cortes.

O otimismo em relação à possível extensão dos pactos ajudou o petróleo a acumular valorização de 10% nas duas últimas semanas.

Para o chefe regional de pesquisa de energia da Nomura, Gordon Kwan, há chances de que os cortes sejam até mais agressivos, de mais de 2 milhões de barris por dia, uma vez que a Arábia Saudita vem mostrando impaciência com o ritmo do reequilíbrio dos mercados, que tem sido lento por causo do avanço da produção nos EUA.

Na opinião do Commerzbank, uma simples prorrogação na quinta-feira, sem a iniciativa de um corte mais intenso, poderá ser recebido de forma neutra pelos mercados, talvez "até com decepção".

 



Fonte: Dow Jones Newswires, 22/05/2017
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