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Sexta Rodada

Opiniões divergentes sobre o leilão

10/08/2004 | 00h00

A poucos dias da realização da Sexta Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), governos estaduais e entidades profissionais apresentam discursos contrários ao leilão. Por outro lado, as parcerias com empresas estrangeiras para a recuperação de campos maduros são bem vistas por analistas e empresários do setor.
O secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, considera um erro a realização da Sexta Rodada da ANP antes da definição de uma política energética para o país. "Se o país ainda não é capaz de responder suas próprias perguntas, como vai vender as áreas para exploração? E se uma empresa encontra gás no subsolo, o que faz, não pode exportar?", questiona. 
O Governo do Paraná considera a Licitação uma questão de segurança nacional, assim como o Clube de Engenharia, que teme pelo adiamento da auto-suficiência petrolífera do Brasil em função da possível exportação feita pelas concessionárias.
Por outro lado, o consultor da Expetro Internacional,Jean Paul Prates, defende a liberação dos campos maduros ainda operados pela Petrobras para empresas independentes. "A empresa que herda um campo já considerado maduro para uma grande empresa tem condição de ampliar produtividade e muitas vezes consegue tirar petróleo novo, além de administrar o que já tem", comenta.
Prates lembra que com a ampliação da vida útil de um projeto de produção também representa mais emprego e, principalmente mais royalties.
O diretor financeiro da PetroRecôncavo, Rafael Cunha, deu informações sobre os resultados da empresa desde que conquistou poços maduros na região do Recôncavo Baiano. A empresa brasileira foi fundada em 1999 em parceria com a canadense PetroSantander, especializada em recuperação de campos maduros.
Com a tecnologia canadense, a PetroRecôncavo conseguiu reativar 135 poços, passando de 197 para 332 em operação. O volume de petróleo produzido diariamente passou de cerca de 2.300 barris para 3.200 barris, representando um aumento de 34%. A produção de gás natural saltou de 160 mil m³ por dia para 250 mil m³ por dia.



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