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Mercado

Opep eleva limite de produção, mas preços ainda sobem

15/06/2005 | 00h00

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) elevou seu limite de produção, nesta quarta-feira (15/06), mas não conseguiu evitar que os preços subissem acima de US$ 56 o barril. Os países-membros da Opep concordaram em elevar em 500 mil barris sua quota oficial de produção diária, para 28 milhões de barris por dia.
O presidente do cartel, xeque Ahmad al-Fahd al-Sabah, foi autorizado a fazer consultas sobre uma nova elevação em 500 mil barris nas próximas semanas, caso os preços mantenham-se em alta.
Os ministros, entretanto, apresentaram pouca esperança de que eles possam forçar os preços a voltar para o patamar abaixo dos US$ 50 por barril, o que a Opep acredita ser necessário para sustentar o crescimento da economia mundial e atender a demanda pelo produto.
"Consultamos o mercado e concluímos que existe abastecimento pleno, o problema está no refino", disse o ministro de Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi.
"Temos que nos preparar para o quarto trimestre. A demanda sobre a Opep vai aumentar para 30,5 a 31 (milhões de barris por dia) e temos que nos preparar para continuar aumentando nossa produção apenas para atender a demanda sobre a Opep", disse xeque Ahmad.
Operadores não ficaram impressionados. Os preços subiram, ampliando os ganhos puxados pelas preocupações em relação à capacidade da Opep de resolver os gargalos no segmento de refinaria que estão comprimindo os estoques mundiais de petróleo.
Operadores disseram que o novo acordo meramente legitima a existente produção, deixando um duro teste para os produtores enfrentarem no quarto trimestre, quando a demanda mundial atinge seu pico.



Fonte: Reuters
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