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Energia

ONS e EPE querem reforçar segurança do sistema de transmissão de energia

17/12/2009 | 09h39

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vão propor ao Ministério de Minas e Energia um aperfeiçoamento no critério de segurança do sistema de transmissão brasileiro. A ideia é reforçar algumas regiões mais críticas do Sistema Interligado Nacional (SIN), para que sejam tão seguras quanto o sistema de escoamento de energia de Itaipu.

 

Embora o apagão do dia 10 de novembro tenha ocorrido devido a queda no sistema que liga Itaipu ao SIN, a conexão é considerada a mais segura do país e será tomada de exemplo para outras áreas, que também poderiam colocar parte do país no escuro em crises. A alteração poderá levar a aumentos nos custos de transmissão na composição da tarifa elétrica. Esse impacto, porém, ainda não foi medido.

 

Segundo Hermes Chipp, diretor-geral do ONS, que participou de audiência sobre o apagão na Câmara, todas as alternativas para reduzir a possibilidade de blecautes estão sendo avaliadas pela entidade, mas filtradas pelos critérios de impacto na segurança do sistema, custo e risco de funcionar ou não em crises.

 

Conforme apresentação do presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, em audiência pública realizada semana passada na Comissão de Infraestrutura do Senado no dia 10, o sistema de contingência simples (N-1) é o modelo adotado em todo mundo. O sistema de contingência dupla (N-2), implicaria grandes investimentos e aumento de tarifa.

 

No entanto, o governo entende agora que a adoção do modelo N-2, de Itaipu, apenas em pontos estratégicos para o funcionamento do SIN pode ter o custo diluído entre os consumidores e, portanto, ter menor impacto na tarifa final. A proposta ainda deverá ser avaliada pelo comitê criado para tomar providências sobre o apagão.

 

O escoamento da energia de Itaipu é de responsabilidade de Furnas. O sistema de transmissão suporta até contingências duplas, ou seja, problemas simultâneos que afetem a transmissão. Em novembro, houve contingência tripla em questão de milissegundos.

Fonte: Valor Econômico
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