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Economia

Óleo representa 84% das compras brasileiras na região

31/10/2012 | 12h22

 

As importações do Brasil da Liga Árabe cresceram 17% de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2011, totalizando US$ 8,5 bilhões. O resultado foi assegurado pelo aumento da compra de petróleo e seus derivados. Sem a alta das vendas desses produtos, o bloco teria exportado ao Brasil cerca de US$ 200 milhões a menos que no ano passado.
O impacto das compras de petróleo e seus derivados evidencia o peso desses produtos nas importações brasileiras dos países árabes. Neste ano, elas representaram 84% do total. Adubos e fertilizantes apareceram em segundo lugar no levantamento feito com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), com US$ 831 milhões, seguido por sal e enxofre, com US$ 122 milhões.
Dentro da rubrica petróleo destaca-se a elevação das compras de gás natural do Qatar, que triplicaram e chegaram a US$ 440 milhões, colocando o país como o segundo maior fornecedor do Brasil neste ano, apenas atrás da Bolívia.
As exportações brasileiras à Liga Árabe diminuíram em relação a 2011. O total exportado ficou em US$ 10,6 bilhões, valor 3,5% menor. O resultado, contudo, se deu pela queda nos preços das commodities e não por quantidade exportada. Açúcar (US$ 2,9 bilhões), carnes (US$ 2,8 bilhões), minérios (US$ 1,8 bilhão) e cereais (US$ 1 bilhão) representam o grosso da exportação.
A Arábia Saudita segue como o maior comprador do Brasil, com US$ 2,1 bilhões. O Egito elevou suas compras em 14% e é o segundo maior cliente, com US$ 1,9 bilhão. A instabilidade política da região também deu sua contribuição para a retração das exportações. A Líbia retomou o ritmo de compras anterior à queda de Muamar Kadafi. Em 2011, o país comprou US$ 148 milhões dos brasileiros. Neste ano, US$ 276 milhões. Já para a Síria, que enfrenta uma guerra civil, o Brasil vendeu US$ 65 milhões neste ano. Em 2011, no mesmo período, as exportações foram de US$ 514 milhões.
A tendência de queda das exportações brasileiras para a região vai se verificar no resultado do ano, segundo Michel Alaby, diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Para ele, 2012 vai terminar com US$ 16,5 bilhões em exportações ao bloco e US$ 10 bilhões em importações. "As vendas aos árabes devem aumentar um pouco neste fim de ano, em função das compras para fazer estoque naqueles países. Mas o resultado geral será de contração", afirmou.

As importações do Brasil da Liga Árabe cresceram 17% de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2011, totalizando US$ 8,5 bilhões. O resultado foi assegurado pelo aumento da compra de petróleo e seus derivados. Sem a alta das vendas desses produtos, o bloco teria exportado ao Brasil cerca de US$ 200 milhões a menos que no ano passado.


O impacto das compras de petróleo e seus derivados evidencia o peso desses produtos nas importações brasileiras dos países árabes. Neste ano, elas representaram 84% do total. Adubos e fertilizantes apareceram em segundo lugar no levantamento feito com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), com US$ 831 milhões, seguido por sal e enxofre, com US$ 122 milhões.


Dentro da rubrica petróleo destaca-se a elevação das compras de gás natural do Qatar, que triplicaram e chegaram a US$ 440 milhões, colocando o país como o segundo maior fornecedor do Brasil neste ano, apenas atrás da Bolívia.


As exportações brasileiras à Liga Árabe diminuíram em relação a 2011. O total exportado ficou em US$ 10,6 bilhões, valor 3,5% menor. O resultado, contudo, se deu pela queda nos preços das commodities e não por quantidade exportada. Açúcar (US$ 2,9 bilhões), carnes (US$ 2,8 bilhões), minérios (US$ 1,8 bilhão) e cereais (US$ 1 bilhão) representam o grosso da exportação.


A Arábia Saudita segue como o maior comprador do Brasil, com US$ 2,1 bilhões. O Egito elevou suas compras em 14% e é o segundo maior cliente, com US$ 1,9 bilhão. A instabilidade política da região também deu sua contribuição para a retração das exportações. A Líbia retomou o ritmo de compras anterior à queda de Muamar Kadafi. Em 2011, o país comprou US$ 148 milhões dos brasileiros. Neste ano, US$ 276 milhões. Já para a Síria, que enfrenta uma guerra civil, o Brasil vendeu US$ 65 milhões neste ano. Em 2011, no mesmo período, as exportações foram de US$ 514 milhões.


A tendência de queda das exportações brasileiras para a região vai se verificar no resultado do ano, segundo Michel Alaby, diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Para ele, 2012 vai terminar com US$ 16,5 bilhões em exportações ao bloco e US$ 10 bilhões em importações. "As vendas aos árabes devem aumentar um pouco neste fim de ano, em função das compras para fazer estoque naqueles países. Mas o resultado geral será de contração", afirmou.

 



Fonte: Valor Econômico
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