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Empresas

OGX tem semana decisiva nos EUA

07/10/2013 | 11h48

 

Nos Estados Unidos desde sexta-feira, um grupo de executivos da OGX, petroleira do empresário Eike Batista, define esta semana o futuro da companhia. Sem dinheiro em caixa para continuar operando já a partir do próximo mês, a empresa tenta renegociar com credores americanos o atraso no pagamento de US$ 45 milhões referentes aos bônus emitidos no exterior. O pagamento deveria ter sido feito no dia 30 de outubro e o atraso abre espaço, tecnicamente, para um pedido de falência.
Se obtiverem sucesso na empreitada, podem voltar de Nova York com mais prazo para pagamento da parcela em atraso e quem sabe com algum dinheiro para começar a extrair petróleo do campo de Tubarão Martelo. A expectativa é que a produção tenha início em novembro. Se fracassarem, a recuperação judicial passa a ser a alternativa mais concreta.
A equipe em Nova York foi reforçada por Roberto Monteiro, ex-diretor financeiro da companhia e que tinha sido demitido pelo conselho de administração no mês passado. Monteiro voltou para o grupo na quinta-feira, com cargo de consultor financeiro na EBX, holding de Eike Batista. Nos EUA, vai trabalhar com o presidente da petroleira, Luiz Carneiro.
Também esta no grupo o substituto de Monteiro no cargo, Paulo Narcélio Simões Amaral, pessoa de confiança de Ricardo Knoepfelmacher, da Angra Partners. Ricardo K. assessora Batista na reestruturação do EBX e entrou em conflito com os administradores da OGX.
Os executivos da OGX vão tentar convencer os bondholders a converter os papéis em ações da companhia como a melhor opção, ou poderão perder tudo que investiram. Se esse cenário se concretizar, Batista se tornará minoritário da companhia ou pode até ficar de fora da empresa.
Fontes ouvidas pelo 'Valor' informam que os executivos vão tentar ainda que os bondholders injetem recursos na OGX para que a empresa possa levar adiante os investimentos que permitam começar a produção em Tubarão Martelo. Ao contrário do inicialmente informado na sexta-feira, Batista não vai se juntar a seus executivos para participar das negociações, onde também são assessores as empresas Blackstone e Lazard.
A OGX tem bônus no valor de US$ 2,563 bilhões vencendo em 2018 e de US$ 1,063 bilhão com vencimento em 2022. Os bônus são transacionadas com grande deságio no mercado secundário.

Nos Estados Unidos desde sexta-feira (4), um grupo de executivos da OGX, petroleira do empresário Eike Batista, define esta semana o futuro da companhia. Sem dinheiro em caixa para continuar operando já a partir do próximo mês, a empresa tenta renegociar com credores americanos o atraso no pagamento de US$ 45 milhões referentes aos bônus emitidos no exterior. O pagamento deveria ter sido feito no dia 30 de outubro e o atraso abre espaço, tecnicamente, para um pedido de falência.


Se obtiverem sucesso na empreitada, podem voltar de Nova York com mais prazo para pagamento da parcela em atraso e quem sabe com algum dinheiro para começar a extrair petróleo do campo de Tubarão Martelo. A expectativa é que a produção tenha início em novembro. Se fracassarem, a recuperação judicial passa a ser a alternativa mais concreta.


A equipe em Nova York foi reforçada por Roberto Monteiro, ex-diretor financeiro da companhia e que tinha sido demitido pelo conselho de administração no mês passado. Monteiro voltou para o grupo na quinta-feira, com cargo de consultor financeiro na EBX, holding de Eike Batista. Nos EUA, vai trabalhar com o presidente da petroleira, Luiz Carneiro.


Também esta no grupo o substituto de Monteiro no cargo, Paulo Narcélio Simões Amaral, pessoa de confiança de Ricardo Knoepfelmacher, da Angra Partners. Ricardo K. assessora Batista na reestruturação do EBX e entrou em conflito com os administradores da OGX.


Os executivos da OGX vão tentar convencer os bondholders a converter os papéis em ações da companhia como a melhor opção, ou poderão perder tudo que investiram. Se esse cenário se concretizar, Batista se tornará minoritário da companhia ou pode até ficar de fora da empresa.


Fontes ouvidas pelo 'Valor' informam que os executivos vão tentar ainda que os bondholders injetem recursos na OGX para que a empresa possa levar adiante os investimentos que permitam começar a produção em Tubarão Martelo. Ao contrário do inicialmente informado na sexta-feira, Batista não vai se juntar a seus executivos para participar das negociações, onde também são assessores as empresas Blackstone e Lazard.


A OGX tem bônus no valor de US$ 2,563 bilhões vencendo em 2018 e de US$ 1,063 bilhão com vencimento em 2022. Os bônus são transacionadas com grande deságio no mercado secundário.

 



Fonte: Valor Econômico
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