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Petróleo

OGX revisa potencial de seu portfólio de 6,8 para 10,8 bilhões de boe

18/04/2011 | 09h36
OGX revisa potencial de seu portfólio de 6,8 para 10,8 bilhões de boe
OGX revisa potencial de seu portfólio de 6,8 para 10,8 ... OGX revisa potencial de seu portfólio de 6,8 para 10,8 ...
A OGX Petróleo e Gás, apresentou ao mercado o resultado dos relatórios elaborados pela consultoria DeGolyer & MacNaughton ("D&M") que avaliou os novos volumes de recursos da companhia nos blocos detidos nas bacias de Campos, Parnaíba e na Colômbia. Os relatórios indicam recursos potenciais totais líquidos para OGX de 5,7 bilhões de barris de óleo equivalente ("boe") na bacia de Campos, 1,0 bilhão de boe na bacia do Parnaíba e 1,1 bilhão de boe na Colômbia. Tais números, somados às estimativas do relatório anterior (Set/09) para as Bacias de Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, resultam em um volume de recursos potenciais líquidos de 10,8 bilhões de boe.
 

"Esses resultados, apresentados por uma consultoria independente e respeitada em todo o mundo, vêm comprovar o extraordinário sucesso de nossa estratégia de atuação, focada em ativos de classe mundial localizados em sua maioria em águas rasas, que nos permitiu descobrir acumulações de escala e produtividade comparáveis às encontradas no pré-sal, só que com custos muito mais baixos e tecnologia amplamente dominada", comentou Eike Batista, presidente do Conselho de Administração e CEO da OGX.
 

"A OGX demonstrou que tem capacidade técnica e gerencial para descobrir bilhões de barris em acumulações nas bacias com as mais diversificadas formações geológicas, transformando rapidamente seus recursos prospectivos em recursos contingentes, ao mesmo tempo em que vem trabalhando fortemente para ampliar sua carteira exploratória com ativos de alto potencial. Estamos caminhando a passos largos rumo à delimitação de novas descobertas e à produção, sem perder a capacidade de continuar crescendo e criando valor para nossos investidores", destacou Paulo Mendonça, diretor geral e de Exploração da OGX.
 

Os cinco relatórios apresentados pela D&M foram elaborados com as informações disponíveis até 31 de dezembro de 2010 para as bacias de Campos e Parnaíba, e 31 de março de 2011 para Colômbia e consideram aproximadamente 15 meses de campanha exploratória e 22 poços, não contemplando os poços perfurados após esse período.  Para a Bacia de Campos, foram consideradas na análise apenas as seções pós sal. Os relatórios atualizam os números até então disponíveis a respeito dessas duas bacias e ainda apresentam as primeiras estimativas dos cinco blocos detidos pela OGX na Colômbia. O relatório de recursos potenciais da D&M com data base em setembro de 2009 continua vigente para as Bacias de Santos, Espírito Santo e Pará Maranhão.
 

Os resultados dos estudos refletem a estratégia da OGX de priorizar, na fase inicial de sua campanha exploratória, o cumprimento de compromissos com a ANP e a perfuração de poços pioneiros, visando maximizar o número de acumulações descobertas. Na sequência ao grande número de descobertas anunciado, a companhia posiciona-se para intensificar sua campanha de delimitação, visando à declaração de comercialidade e o início da produção.
 

"A comprovação de nossas descobertas e as recentes contratações de cinco FPSOs e duas WHPs junto à OSX, que serão seguidas em breve por novas encomendas, representam mais um importante passo rumo à nossa produção. Estamos avançando rapidamente no nosso plano de negócios e cumprindo importantes etapas, que nos levarão ao início de nossa produção e comercialização em prazos nunca vistos na indústria do petróleo", afirmou o Diretor de Produção, Reinaldo Belotti. 


Fonte: Redação
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