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Bacia de Campos

OGX: produção em Tubarão azul atinge média de 7 mil barris/dia

06/08/2012 | 13h11

 

A OGX, empresa do setor de petróleo do grupo EBX, do empresário Eike Batista, informou na manhã desta segunda-feira (6) produção média de 7 mil barris por dia em julho deste ano no Complexo de Waimea, ou Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos (RJ).
Em informe à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a OGX detalhou que a produção média de julho ficou abaixo da apurada em junho, quando atingiu 9,2 mil barris/dia em média. No entanto, ressaltou que, em julho, contou com a produção de apenas um dos dois poços no Complexo Waimea.
Enquanto o segundo poço OGX-68HP, em operação desde 15 de maio, operou normalmente, o primeiro poço OGX-26HP, que iniciou trabalhos em 31 de janeiro deste ano, ficou parado durante 40 dias para troca de bomba centrífuga submersa.
Além disso, a OGX informou que foi definido nível de produção por poço de 5 mil barris por dia para os dois primeiros poços, ainda sem injeção de água.
A empresa detalhou ainda que, além da tecnologia de injeção de água, serão utilizadas tecnologias de fraturamento químico hidráulico e “outras tecnologias conhecidas na indústria para otimizar produção”, afirmou a empresa em seu comunicado, sem detalhar quais seriam.

A OGX, empresa do setor de petróleo do grupo EBX, do empresário Eike Batista, informou na manhã desta segunda-feira (6) produção média de 7 mil barris por dia em julho deste ano no Complexo de Waimea, ou Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos (RJ).


Em informe à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a OGX detalhou que a produção média de julho ficou abaixo da apurada em junho, quando atingiu 9,2 mil barris/dia em média. No entanto, ressaltou que, em julho, contou com a produção de apenas um dos dois poços no Complexo Waimea.


Enquanto o segundo poço OGX-68HP, em operação desde 15 de maio, operou normalmente, o primeiro poço OGX-26HP, que iniciou trabalhos em 31 de janeiro deste ano, ficou parado durante 40 dias para troca de bomba centrífuga submersa.


Além disso, a OGX informou que foi definido nível de produção por poço de 5 mil barris por dia para os dois primeiros poços, ainda sem injeção de água.


A empresa detalhou ainda que, além da tecnologia de injeção de água, serão utilizadas tecnologias de fraturamento químico hidráulico e “outras tecnologias conhecidas na indústria para otimizar produção”, afirmou a empresa em seu comunicado, sem detalhar quais seriam.



Fonte: Valor Online
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