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Empresas

OGX, MPX e Petra anunciam planos para começar a produzir gás no MA

08/06/2011 | 09h55
A OGX, MPX e Petra Energia têm um plano arrojado para desenvolver a produção das reservas de gás descobertas no Maranhão. O grupo informou que pretende começar a produzir gás no segundo semestre do próximo ano.


O objetivo dos sócios é chegar a 2013 produzindo 5,7 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Esse volume equivale a um quarto da importação de gás da Bolívia, cujo contrato com o Brasil prevê o envio de 20 milhões de metros cúbicos diários. Como não existe infraestrutura para distribuição desse gás, o objetivo é usar o insumo para geração de energia elétrica. As áreas descobertas são divididas entre OGX (70%) e Petra (30%) mas a empresa de Eike Batista vendeu 33,33% de sua participação para a MPX, seu braço de energia.


A MPX já tem licença de instalação para uma térmica de com capacidade de gerar 1.863 megawatts (MW) na área e informa que está licenciando outra usina de 1.859 MW. A empresa vai participar do próximo leilão de compra de energia organizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), previsto para o fim do mês de julho, e o mercado espera que apresente preços bastante competitivos.


No leilão, a MPX será a única participante, além da Petrobras, com seu próprio suprimento de gás, o que possibilita ganhos adicionais e otimização dos negócios. A pergunta que se faz é o que a MPX faria na hipótese de uma suspensão do leilão, ou uma improvável desqualificação de sua proposta. Eduardo Karrer, presidente da MPX, explicou que a empresa trabalha com a venda de parte dessa energia no mercado livre, que tem contratos negociados fora do "pool" de distribuidoras para quem a EPE faz as aquisições.


Segundo Karrer, a decisão de vender para o mercado livre atende o objetivo da empresa de se tornar um autoprodutor. " É um modelo no qual a gente acredita do ponto de vista de eficiência fiscal e tributária, enfim, de estabilidade de preços contratados", disse o executivo durante uma conferência telefônica ontem. "Para frente, você vai ver uma parte da energia no mercado regulado e uma parte do mercado livre".


A negociação dos contratos de fornecimento de energia com grandes consumidores está sendo feita pelo diretor de comercialização, Xisto Vieira. O plano de desenvolvimento da produção de gás no Maranhão prevê um custo total de US$ 450 milhões, o que embute custos de US$ 340 milhões para perfuração de mais de 23 poços e US$ 110 milhões para aquisição de equipamentos de produção e transferência do gás. A MPX estimou em US$ 0,30 o custo operacional médio para produzir cada 1.000 pés cúbicos de gás durante todo a vida útil dos campos que foram declarados comerciais em abril.


Fonte: Valor Econômico
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