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Empresas

OGX espera produzir 730 mil barris até 2015

08/06/2011 | 10h06
A OGX, empresa de óleo e gás natural do grupo EBX, do empresário Eike Batista, detalhou ontem, terça-feira, o plano de negócios da companhia para as descobertas nas Bacias de Campos e do Parnaíba. "A liquidez pró-forma de aproximadamente US$ 5,1 bilhões em caixa que dispomos, nos permitirá atingir um fluxo de caixa positivo em 2014 e assegurar uma produção estimada de 730 mil boepd até o final de 2015", comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral e de Exploração da OGX. "Nós permanecemos confiantes em nossa capacidade de continuar a executar nosso plano de exploração e produção nos próximos anos, ao mesmo tempo em que continuamos gerenciando com eficiência nossoscustos", adicionou o executivo.


A fim de financiar as atividades de exploração e produção, a companhia captou proximadamente US$ 8 bilhões, incluindo US$ 1,3 bilhão através de uma colocação privada de ações em 2007, posteriormente um adicional de US$ 4,1 bilhões provenientes do IPO realizado em 2008, e mais US$ 2,563 bilhões mediante a colocação de títulos de dívida no exterior anunciada em 26 de maio de 2011.


A companhia estima que as atuais descobertas nas Bacias de Campos e do Parnaíba irão garantir um nível de produção acima de 730 mil boepd. Considerando o portfólio de recursos potenciais totais da OGX de 10,8 bilhões de boe, a Companhia acredita que novos projetos potenciais lhe permitirão atingir um patamar de produção de aproximadamente 1,4 milhão de boepd de 2019 em diante.


"Estamos entusiasmados para o início da produção na Bacia de Campos este ano, e já temos os equipamentos assegurados, equipe e financiamento necessários para produzir nas acumulações jádescobertas. Além dos nossos esforços na Bacia de Campos, apresentamos nossa declaração decomercialidade para as duas acumulações na Bacia do Parnaíba à ANP em abril e esperamos iniciar a produção no segundo semestre de 2012", comentou Reinaldo Belotti, Diretor de Produção da OGX. "Ao mesmo tempo estamos trabalhando fortemente para o desenvolvimento de longo prazo do nosso diversificado portfólio," adicionou Belotti.
 

Bacia de Campos


Na bacia de Campos, a produção começará no primeiro projeto (complexo de Waimea) em outubro de 2011, com uma produção antecipada de até 20 mil barris por dia (bpd) através do poço OGX-26. A produção do segundo projeto (complexo de Waikiki) está prevista para começar no quarto trimestre de 2013. Em 2013, a companhia espera ter três Floating Production Storage Offloading "FPSOs" (OSX-1, OSX-2 e OSX-3) e duas Wellhead Platforms "WHPs" (WHP-1 e WHP-2) preparados, com um total de 10 poços horizontais produtores em atividade, nesses dois projetos.


A companhia irá adotar as práticas de produção da indústria de óleo e gás, a fim de evitar danos aos reservatórios. A OGX espera atingir 150 mil bpd de produção na Bacia de Campos em 2013, nesses dois complexos de produção, proveniente de 10 poços horizontais que produzirão uma média de 15 mil bpd cada.


O projeto "Produção do Complexo de Waimea" projeto está localizado no bloco BM-C-41, que é 100% detido pela OGX, em lâmina d"água de 140 metros e a cerca de 80 quilômetros da costa. A OGX espera ter três FPSOs e duas WHPs operando no complexo de Waimea, e a produção está prevista para ser alcançada através de um total de 42 poços de desenvolvimento, incluindo 28 poços de produção e 14 poços de injeção. Em 2013, a OGX espera ter os FPSOs OSX-1 e OSX-2, bem como a WHP-1 em operação.


A petroleira prevê que a produção para o OSX-1 no complexo de Waimea venha de três poços submarinos de produção. Adicionalmente, dois poços submarinos de injeção conectados diretamente a este FPSO. A produtividade média dos poços horizontais no complexo de Waimea deve atingir a faixa de 10 mil bpd a 20 mil bpd.


O projeto "Produção do Complexo de Waikiki" está localizado nos blocos BM-C-39 e BM-C-40, ambos 100% detidos pela OGX, em lâmina d"água de 110 metros e a cerca de 90 quilômetros da costa. A OGX espera ter um FPSO e uma WHP operando neste projeto e a produção deve ocorrer através de um total de 22 poços de desenvolvimento, incluindo 14 poços de produção e oito poços de injeção.


A companhia espera alocar a este projeto o OSX-3 e a WHP-2, que já estão assegurados, e espera uma produtividade média dos poços horizontais no complexo de Waikiki na faixa de 15 mil bpd a 20 mil bpd. A produção no complexo de Waikiki está prevista para começar no quarto trimestre de 2013.


Bacia do Parnaíba


O início da produção de gás na Bacia do Parnaíba está previsto para o segundo semestre de 2012. O projeto Acumulações de Gavião Azul e Gavião Real da OGX abrange duas acumulações no bloco PN-T-68, no qual detém 46,7% de participação, e deve atingir uma produção bruta de 5,7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (aproximadamente 200 milhões de pés cúbico/dia), ou cerca de 36 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) em 2013 (aproximadamente 15 mil boepd líquido para a participação da OGX).


A OGX Maranhão pretende desenvolver a produção com poços verticais conectados a um sistema de captação que levará o gás para uma instalação de tratamento de gás seco. Espera-se que esta instalação de tratamento seja conectada diretamente às usinas termoelétricas a serem construídas pela MPX.


Vinte meses após as concessões da Bacia do Parnaíba terem sido adquiridas, a OGX Maranhão declarou à Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) a comercialidade de duas acumulações - Califórnia e Fazenda São José, no bloco PN-T-68 - onde a MPX detém 23,3% de participação. A OGX Maranhão espera que o projeto englobe 23 poços de produção, alguns com recompletação durante o período de produção, com um custo total estimado de US$ 340 milhões (incluindo os custos de recompletação) e um tempo estimado de perfuração e completação de 55 dias. As instalações envolvidas no desenvolvimento estão orçadas em cerca de US$ 110 milhões, incluindo um sistema de captação (linhas e manifolds), uma unidade de produção de gás seco e um gasoduto de pequena extensão.


"A integração entre o suprimento de gás natural e a geração de energia na bacia do Parnaíba será um diferencial competitivo importante para a MPX, que já possui Licença de Instalação a geração de 1.863 MW a gás natural e iniciou o processo de licenciamento ambiental para o desenvolvimento de 1.859 MW adicionais na região", informou a empresa.


Fonte: Monitor Mercantil
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